Fonte: A Voz do Terceiro Anjo
"Porque, assim como o relâmpago sai do oriente e se mostra até ao ocidente, assim será também a vinda do Filho do homem" São Mateus 24:27.
quinta-feira, 29 de setembro de 2016
terça-feira, 13 de setembro de 2016
sábado, 10 de setembro de 2016
quinta-feira, 8 de setembro de 2016
quinta-feira, 4 de agosto de 2016
A Segunda Vinda de Cristo
Cristo vem com poder e grande glória. Vem
com Sua própria glória e com a glória do Pai. Vem com todos os santos anjos. Ao
passo que o mundo todo estará mergulhado em trevas, haverá luz em todos os
lares dos santos. Eles hão de captar os primeiros raios de luz de Sua segunda
aparição. Parábolas de Jesus, pág. 420.
Surge logo no oriente uma pequena nuvem
negra, aproximadamente do tamanho da mão de um homem. É a nuvem que rodeia o
Salvador, e que, a distância, parece estar envolta em trevas. O povo de Deus
sabe ser esse o sinal do Filho do homem. Em solene silêncio fitam-na enquanto
se aproxima da Terra, mais e mais brilhante e gloriosa, até se tornar grande
nuvem branca, mostrando na base uma glória semelhante ao fogo consumidor e
encimada pelo arco-íris do concerto. À sua volta, milhares e dezenas de
milhares de anjos cantam a mais adorável canção. Sobre ela assenta-Se o Filho
do homem. Testimonies, vol. 1, pág. 60.
Nenhuma linguagem humana é capaz de
descrever as cenas da segunda vinda do Filho do homem nas nuvens do Céu. ...
Virá vestido nos trajes de luz, os quais tem usado desde os dias da eternidade.
Review and Herald, 5 de setembro de 1899.
Uma santa comitiva de anjos, com coroas
resplandecentes na cabeça, escolta-O em Sua vinda. Spiritual Gifts, vol. 1, págs.
206 e 207.
Por entre as vacilações da Terra, o clarão
do relâmpago e o ribombo do trovão, a voz do Filho de Deus chama os santos que
dormem. Ele olha para a sepultura dos justos e, levantando as mãos para o céu,
brada: "Despertai, despertai, despertai, vós que dormis no pó, e
surgi!" ...Todos saem do túmulo com a mesma estatura que tinham quando ali
entraram. Adão, que está em pé entre a multidão dos ressuscitados, é de grande
altura e formas majestosas, de estatura pouco menor que o Filho de Deus. Apresenta
assinalado contraste com o povo das gerações posteriores; sob este único ponto
de vista se revela a grande degeneração da raça. Todos, porém, surgem com a
vivacidade e vigor de eterna juventude. ... As formas mortais, corruptíveis,
destituídas de beleza, poluídas pelo pecado, tornam-se perfeitas, belas e
imortais. Todos os defeitos e deformidades são deixados no túmulo. O Grande
Conflito, págs. 644 e 645.
Ele morreu por nós, e ressuscitou em nosso
favor, a fim de que pudéssemos sair da sepultura para um glorioso
companheirismo com os anjos celestiais, encontrar-nos com nossos entes queridos
e reconhecer-lhes a fisionomia, pois a semelhança com Cristo não destrói sua
imagem, mas a transforma à gloriosa imagem dEle. Todos os santos ligados aqui
por laços familiares conhecerão ali uns aos outros. Mensagens Escolhidas, vol.
3, pág. 316.
Os justos vivos são transformados
"num momento, num abrir e fechar de olhos". I Cor. 15:52. À voz de
Deus foram eles glorificados; agora tornam-se imortais, e com os santos
ressuscitados, são arrebatados para encontrar seu Senhor nos ares. Os anjos
ajuntarão "os Seus escolhidos, desde os quatro ventos, da extremidade da
Terra até a extremidade do céu". Mar. 13:27. O Grande Conflito, pág. 645.
Amigos há muito separados pela morte,
reúnem-se, para nunca mais se separarem, e com cânticos de alegria ascendem
juntamente para a cidade de Deus.
Fonte: livro A verdade sobre os Anjos
quarta-feira, 27 de julho de 2016
Milagres no Tempo do Fim
Antes do fim do tempo
ele [Satanás] operará maravilhas ainda maiores. Até aonde chegar o seu poder,
ele há de realizar verdadeiros milagres. Dizem as Escrituras: "E engana os
que habitam na Terra com sinais que lhe foi permitido que fizesse" (Apoc.
13:14) - não meramente os que ele pretende fazer. Esse texto apresenta alguma
coisa mais que simples ilusões. Testemunhos Seletos, vol. 1, pág. 122.
Não precisamos ser
enganados. Cenas assombrosas, com as quais Satanás estará intimamente ligado,
terão lugar em breve. A Palavra de Deus declara que Satanás operará milagres.
Fará com que as pessoas fiquem doentes, e depois, de repente removerá delas seu
poder satânico. Serão consideradas então como curadas. Essas obras de cura
aparente levarão os adventistas do sétimo dia à prova. Mensagens Escolhidas,
vol. 2, pág. 53.
Alguns serão tentados
a aceitar essas maravilhas como sendo de Deus. Enfermos serão curados à nossa
vista. Milagres se efetuarão aos nossos olhos. Estamos nós apercebidos para a
prova que nos aguarda quando as mentirosas maravilhas de Satanás forem mais
amplamente exibidas? Não serão muitas almas enredadas e arrebatadas?
Separando-se dos positivos preceitos e mandamentos de Deus, e dando ouvido às
fábulas, o espírito de muitos se está preparando para receber esses milagres de
mentira. Cumpre buscarmos todos armar-nos para o combate em que nos havemos de
em breve empenhar. A fé na Palavra de Deus, o estudo apoiado pela oração e
aplicado praticamente, será nossa proteção contra o poder de Satanás,
levando-nos à vitória pelo sangue de Cristo. Testemunhos Seletos, vol. 1, pág.
100.
Fonte: livro A verdade sobre os Anjos
sábado, 23 de julho de 2016
A Obra dos Anjos Malignos Através do Espiritismo
A Obra dos Anjos
Malignos Através do Espiritismo
Satanás tem há muito estado a preparar-se
para um esforço final a fim de enganar o mundo. ... Pouco a pouco ele tem
preparado o caminho para a sua obra-mestra de engano: o desenvolvimento do
espiritismo. Até agora não conseguiu realizar completamente seus desígnios; mas
estes serão atingidos no fim dos últimos tempos. ... Com exceção dos que são
guardados pelo poder de Deus, pela fé em Sua Palavra, o mundo todo será
envolvido por esse engano. O Grande Conflito, págs. 561 e 562.
O espiritismo é a
obra-mestra do engano. É a mais fascinante e bem-sucedida ilusão de Satanás,
calculada para atrair a simpatia dos que tiveram de levar seus queridos à
tumba. Anjos maus aparecem sob a forma dos que morreram, relatando incidentes
ligados à vida deles e desempenhando atos que eles realizaram enquanto viviam.
Desta forma [os anjos maus] levam as pessoas a acreditar que seus amigos mortos
são anjos, os quais podem estar a seu lado e comunicar-se com eles. Esses anjos
maus, que se apresentam como os queridos mortos, são tratados com uma certa
idolatria, e sua palavra é considerada como de muito maior peso que a Palavra
de Deus. Signs of the Times, 26 de agosto de 1889.
A vinda do Senhor deve
ser precedida da operação de Satanás "com todo o poder, e sinais, e
prodígios de mentira,
e com todo engano da
injustiça". II Tess. 2:9 e 10. E o apóstolo João, descrevendo o poder
operador de prodígios que se manifestará nos últimos dias, declara: "Faz
grandes sinais, de maneira que até fogo faz descer do céu à Terra, à vista dos
homens. E engana os que habitam na Terra com sinais que foi permitido que
fizesse." Apoc. 13:13 e 14. Não se acham aqui preditas meras imposturas.
Os homens são enganados por sinais que os agentes de Satanás têm poder para
fazer, e não pelo que pretendam realizar. O Grande Conflito, pág. 553.
Satanás é um inimigo
astuto. Não é difícil para os anjos maus assumirem a forma tanto de santos
quanto de pecadores já mortos, tornando a representação dos mesmos visíveis aos
olhos humanos. Tais manifestações serão mais e mais freqüentes, e manifestações
mais extraordinárias ocorrerão à medida que nos aproximarmos do fim do tempo.
Review and Herald, 1º de abril de 1875.
Ele [Satanás] tem
poder para fazer surgir perante os homens a aparência de seus amigos falecidos.
A contrafação é perfeita; a expressão familiar, as palavras, o tom da voz, são
reproduzidos com maravilhosa exatidão. ...
Muitos serão
defrontados por espíritos de demônios personificando parentes ou amigos
queridos, e declarando as mais perigosas heresias. Estes visitantes apelarão
para os nossos mais ternos sentimentos de simpatia, efetuando prodígios para
apoiarem suas pretensões. Devemos estar preparados para resistir a eles com a
verdade bíblica de que os mortos nada sabem, e de que os que desta maneira
aparecem são espíritos de demônios.
Fonte: Livro A verdade sobre os Anjos
sábado, 16 de julho de 2016
quarta-feira, 23 de setembro de 2015
Como confiar na palavra de Deus?
Como confiar na palavra de Deus sabendo que ela foi escrita e organizada por homens?
Deus perdoa uma pessoa que blasfemou contra ele? Deus castiga?
Quais são os alimentos que a bíblia condena comer?
A igreja adventista surgiu baseada no texto de apocalipse 10?
Como explicar o espírito de Elias sobre Eliseu? Isso é espiritismo?
Qual é a forma correta de guardar o sábado?
Por que eram separados a gordura dos animais nos sacrifícios?
As mulheres ainda pagam pelo erro de Eva?
O que a bíblia diz sobre a cremação?
Fonte: Na mira da Verdade
sábado, 5 de setembro de 2015
As profecias de Apocalipse 13
Uma besta que surge do mar - A primeira besta , Apoc. 13:1-10.
– A besta que saiu do mar (Europa, onde tem muita gente), que tinha 7 cabeças e 10 chifres (v.7): Interpretação idem a Apoc 7:3 a 4.
– A besta é ferida de morte (3 a 4): Em 10/02/1798, Napoleão Bonaparte depos o Papa, que morreu em 29/08/1799.
– A chaga mortal foi curada (3 e 4): Em 14/03/1800 foi eleito novo Papa, Pio VII;
– e toda a terra se maravilhou após a besta (3 a 4): O mundo todo, cada vez mais, admira o papa, desde o seu reestabelecimento.
– Fez guerra contra os santos (5 – 10): Novamente referindo-se a grande perseguição já mencionada anteriormente, por 1260 anos, de 538 a 1798.
Uma besta que sobe da terra - A segunda besta, Apoc. 13:11.
– A besta que subiu da terra (11): Veio da terra, onde haviam na época poucos habitantes, ou seja, a América do Norte. Trata-se dos Estados Unidos da América, cuja independência foi proclamada em 04/07/1776, firmando-se como a nação mais poderosa do mundo.
– Tinha dois chifres de cordeiro (11): Representa a liberdade civil e religiosa nos EUA, garantidas pela constituição.
– Falava como o dragão (Satanás) (11): Por fim, os EUA falarão do mesmo modo como o papado, unindo-se a ele. É a atual união do protestantismo com a Igreja Católica, em breve com o apoio formal do estado americano. Os EUA darão força ao papado.
– Exercerá o poder da primeira besta (12): Fará o que o papado fez durante os 1260 anos. (é futuro próximo)
– Para adorar a primeira (papado) besta (12): Confirma a aliança dos EUA com o Vaticano. (é futuro próximo)
– Grandes sinais (13): Trata-se das maravilhas e prodígios realizados pelo espiritismo, que também se une ao catolicismo. Isto já é uma realidade hoje.
– Engana os que habitam na terra (14): Novamente voltarão os protestantes a seguir os preceitos da Igreja Católica, o que aliás já ocorre a tempo. O protestantismo (dos reformadores) foi esquecido pelos protestantes. É o atual ecumenismo ou união das igrejas, unindo catolicismo, protestantismo e espiritismo.
– Morte aos que não adorassem a imagem da besta (15): O protestantismo é a imagem (semelhança) da besta (papado), que unido ao estado (assim se concede vida a imagem da besta, que recebe poder formal), repetirá o que ocorreu na grande perseguição dos 1260 anos.
– Impondo o sinal da besta (16 e 17): O sinal da besta é a guarda do Domingo, não bíblico, instituído pelo Edito de Constantino, em 07/03/321, como o dia do Sol, que o papado sancionou mais tarde como o “dia do Senhor”. Foi adotado pelo protestantismo no século 17. Os EUA decretarão a imposição da guarda do Domingo.
– Número da besta (18) – 666: refere-se ao Papa, identificado na inscrição constante em sua coroa, comparada com os números romanos, ou seja: V (5); I (1); C (100); A: R: I (1); V (5); S; F; I (1); L (50); I (1); I (1); D (500); E; I (1); PERFAZENDO 666 DE APOC 13:18.
– A grande Babilônia do Apocalipse, cap. 17.
– A besta que subiu da terra (11): Veio da terra, onde haviam na época poucos habitantes, ou seja, a América do Norte. Trata-se dos Estados Unidos da América, cuja independência foi proclamada em 04/07/1776, firmando-se como a nação mais poderosa do mundo.
– Tinha dois chifres de cordeiro (11): Representa a liberdade civil e religiosa nos EUA, garantidas pela constituição.
– Falava como o dragão (Satanás) (11): Por fim, os EUA falarão do mesmo modo como o papado, unindo-se a ele. É a atual união do protestantismo com a Igreja Católica, em breve com o apoio formal do estado americano. Os EUA darão força ao papado.
– Exercerá o poder da primeira besta (12): Fará o que o papado fez durante os 1260 anos. (é futuro próximo)
– Para adorar a primeira (papado) besta (12): Confirma a aliança dos EUA com o Vaticano. (é futuro próximo)
– Grandes sinais (13): Trata-se das maravilhas e prodígios realizados pelo espiritismo, que também se une ao catolicismo. Isto já é uma realidade hoje.
– Engana os que habitam na terra (14): Novamente voltarão os protestantes a seguir os preceitos da Igreja Católica, o que aliás já ocorre a tempo. O protestantismo (dos reformadores) foi esquecido pelos protestantes. É o atual ecumenismo ou união das igrejas, unindo catolicismo, protestantismo e espiritismo.
– Morte aos que não adorassem a imagem da besta (15): O protestantismo é a imagem (semelhança) da besta (papado), que unido ao estado (assim se concede vida a imagem da besta, que recebe poder formal), repetirá o que ocorreu na grande perseguição dos 1260 anos.
– Impondo o sinal da besta (16 e 17): O sinal da besta é a guarda do Domingo, não bíblico, instituído pelo Edito de Constantino, em 07/03/321, como o dia do Sol, que o papado sancionou mais tarde como o “dia do Senhor”. Foi adotado pelo protestantismo no século 17. Os EUA decretarão a imposição da guarda do Domingo.
– Número da besta (18) – 666: refere-se ao Papa, identificado na inscrição constante em sua coroa, comparada com os números romanos, ou seja: V (5); I (1); C (100); A: R: I (1); V (5); S; F; I (1); L (50); I (1); I (1); D (500); E; I (1); PERFAZENDO 666 DE APOC 13:18.
– A grande Babilônia do Apocalipse, cap. 17.
Organização dos textos: Prof. Sikberto R. Marks
videos: Biblia Fácil Apocalipse
videos: Biblia Fácil Apocalipse
quinta-feira, 27 de agosto de 2015
A Sexta Trombeta – Apocalipse 9: 13-21
A sexta trombeta diz
respeito a situação dos Turcos na luta contra o Império Romano do Oriente
estabelecido em Constantinopla e a sua total destruição constituindo assim o
segundo “ai” da profecia.
Os Turcos se constituem
na raça Otomana diferindo dos Árabes na linguagem e na origem, apesar de
professarem a mesma religião.
5 pontos podemos
destacar:
- Uma voz vinda do altar
ordena soltar 4 anjos do Rio Eufrates
- Anjos preparados para
hora, dia, mês e ano
- O número de tropas da
cavalaria que tinha couraça de fogo, jacinto e enxofre
- Cavalos com cabeça de
leão vomitando fogo, fumaça e enxofre
- Uma advertência
rejeitada
Uma voz vinda do altar
ordena soltar 4 anjos do Rio Eufrates - O altar
aqui é o mesmo altar do incenso referido em Apocalipse 8:3. Antes do toque da
primeira trombeta, Cristo aparece junto ao altar do incenso e agora, antes do
toque da sexta trombeta, Ele ainda ali está oficiando em favor das orações dos
santos. Ao soar da sexta trombeta.
Estes 4 anjos referem-se aos quatro
sultanatos principais que dominavam a região do Rio Eufrates: Bagdad; Icônio;
Damasco e Alepo, por ocasião da invasão Turca a Ásia Ocidental. O ato de soltar
aqui significa que estes sultanatos se uniriam sob uma só bandeira para dar
cabo ao Império Romano do Oriente e que o povo turco estava unido sob a dinastia
Otomana.
O poder Turco como nação rela teve
inicio em 27 julho 1449 com o reconhecimento de Constantino Paleólogo da
supremacia Otomana ao submeter sua eleição ao consentimento do sultão turco,
tornado assim os turcos senhores do Império Romano do Oriente.
Anjos preparados para
hora, dia, mês e ano - A profecia
determina um certo tempo para o povo turco exercer sua autoridade, ou seja
assumir o comando do Império do oriente.
Usando o princípio de que
um dia profético equivale a um ano (Ezequiel 4:5,7; Números 14:34), eis o
cálculo de tempo dessa profecia:
1 ano =
12 meses x 30 dias = 360 dias = 360 anos
1 mês =
30 dias = 30 anos
1 dia =
1 dia = 1 ano
1 hora =
360 dias divididos por 24 = 15 dias
Total =
391 anos e 15 dias
Esse é o período apontado na profecia, segundo o qual os turcos exerceriam, como potência política, o seu poder. Acrescentado 391 anos e 15 dias a 27 de julho de 1449, a profecia apontou que o Império Turco cairia em 11 de agosto de 1840. A Turquia para não se aniquilada pelo Egito, pediu socorro a Inglaterra, França, Austria, Russia e Prussia.
O numero
das tropas da cavalaria – Duas miriades de miriades é uma frase numérica indefinida e deve ser
entendida como um número muito grande e incontável. Os soldados da cavalaria
Turca usavam uma farda, parecendo couraça e suas cores representadas pelo fogo
(vermelho), jacinto (azul) e enxofre (amarelo).
Cavalos com cabeça de
leão vomitando fogo, fumo e enxofre - Ferozes e astutos como
leões, os turcos demonstraram ser mais desumanos do que os árabes. Os cavalos
vomitavam “fogo, fumaça e enxofre”. Sem dúvida, aqui a profecia faz alusão ao
emprego de armas de fogo pelos exércitos turcos. Precisamente naquela época é
que se iniciara o uso da pólvora e das armas de fogo nas guerras. O resultado
da detonação de uma arma de fogo é realmente uma chama de fogo, uma nuvem de
fumaça e um cheiro forte de enxofre.
Sendo
então o fogo, fumaça e enxofre as três pragas que os turcos usariam para matar
a terça parte dos homens.
Uma advertência rejeitada – “Os outros homens, que não foram
mortos por estas pragas”, isto é, pelas armas de fogo da cavalaria turca, são
os demais governantes cristãos da Europa e seus súditos, aos quais a desolação
turca não alcançou. Eles não encararam o terrível ataque turco como um flagelo
merecido pelo Império do Oriente, como prêmio por seus pecados e de sua
detestável idolatria, que era odiada com ódio mortal pelos maometanos. “Não se
arrependeram” do culto dos “demônios”, como é considerada a idolatria pelas
Sagradas Escrituras, e nem tão pouco se arrependeram dos seus homicidios e de
suas feitiçarias e prostituições.
Eis o quadro do cristianismo apresentado na profecia! Um cristianismo
sem Cristo.
Antes da visão das trombetas sobre os árabes e os turcos, a advertência foi clara – “ai! ai dos que habitam sobre a terra”. Mas o cristianismo nominal daqueles dias do avanço maometano nem fez caso, como hoje também não faz, das advertências do céu. Assim caíram os dois Impérios, as duas Romas cristãs – Ocidental e Oriental. A primeira pelas mãos dos visigodos, vândalos, hunos e hérulos, e a outra, sob o comando muçulmano dos árabes e turcos.
Antes da visão das trombetas sobre os árabes e os turcos, a advertência foi clara – “ai! ai dos que habitam sobre a terra”. Mas o cristianismo nominal daqueles dias do avanço maometano nem fez caso, como hoje também não faz, das advertências do céu. Assim caíram os dois Impérios, as duas Romas cristãs – Ocidental e Oriental. A primeira pelas mãos dos visigodos, vândalos, hunos e hérulos, e a outra, sob o comando muçulmano dos árabes e turcos.
quinta-feira, 13 de agosto de 2015
A Quinta Trombeta - Apocalipse 9:1-12
No capítulo anterior vimos os acontecimentos das
quatro primeiras trombetas descrevem a queda de Roma Ocidental. No capítulo 9
estudaremos a queda de Roma Oriental cuja capital era Constantinopla. Na quinta
trombeta se inicia a “guerra santa” ou o primeiro “ai” e se cumpre o surgimento
e desenvolvimento dos árabes.
Árabes e Turcos são os açoites dos dois primeiros
“ais”, ou seja, da quinta e da sexta trombeta, em uma guerra de estrangulamento
do poder bizantino opressor.
Três principais fatos representam estas duas
trombetas, os Árabes e Turcos, que são os seguintes:
1º- os símbolos
nelas contidos que somente podem ser aplicados a esses povos;
2º- o testemunho histórico que não deixa dúvida de que
o Islamismo ou Maometismo cumpriu precisamente a profecia;
3º- a apresentação profética referente ao tempo de supremacia
destes dois povos.
As árabes enfraqueceriam o Império Romano Oriental
causando danos a todos quantos recusassem reconhecer o profeta Maomé e seus
ensinos enquanto os Turcos atormentariam e matariam a terça parte dos homens.
Mas a parte mais gloriosa desta profecia reside no fato de que ao tempo destes
acontecimentos haveria um povo com o “selo de Deus sobre a fronte” e que esse
povo seria protegido.
Destaca-se 7 pontos principais:
- Uma estrela caída sobre a terra
- Foi-lhe dada a chave do poço do abismo
- Do poço aberto subiu uma fumaça que escureceu o sol
e o ar
- Gafanhotos saem da fumaça com poder de escorpião
- Não deviam causar dano a vegetação, as árvores e nem
ao povo que tem o sinal de Deus
- Que atormentassem os homens durante 5 meses
- O anjo do abismo se chama Abadom e Apoliom
Uma estrela caída sobre a
terra – Na sequência das sete
trombetas encontramos 2 estrelas que caem do céu. A primeira é Átila como vimos
no toque da terceira trombeta, porém a estrela da quinta trombeta é vista caída
sobre a terra e não caindo (caráter limitado) como na terceira trombeta, o que
indica que as consequências aqui seriam de caráter ilimitado/mundial. Como
Átila, esta outra estrela representa um personagem que procuraria se impor ao
mundo. Toda a descrição deste primeiro texto até o final evidencia que a
estrela é Maomé.
Foi-lhe dada a chave do poço
do abismo – O termo chave
deste texto é usado para exprimir autoridade. Portanto, a chave entregue a
Maomé foi o poder e a autoridade que seus compatriotas lhe conferiram e o aceitaram
como seu profeta. A palavra abismo significa caos ou ambiente caótico, e assim
recebera Maomé autoridade para exercer seu poder num caos que era a Arábia nos
seus dias. A Arábia tem sido chamada “o poço do abismo” por
causa dos seus desertos e áreas vazias do seu território.
Do poço aberto subiu fumaça que escureceu o sol e os ar - ao assumir a liderança do povo,
Maomé criou uma política religiosa aberrante e falsa pela qual se tronou
ditador político e religioso seguido e adorado. O maometismo surgiu e se
espalhou como “fumaça”. Esta fé falsa e fanática ameaçou obscurecer de uma vez
o sol do evangelho de Cristo e o ar purificador da graça de Cristo que é
purificador da vida.
Gafanhotos saem da fumaça
com poder de escorpião - Estes gafanhotos são simbólicos e são emblema
dos fanáticos maometanos que infestaram os países, sendo a Arábia o pais dos
gafanhotos e a palavra árabe tem sua raiz em Arbeh que significa gafanhoto.
O escorpião é um animal preto e grandemente venenoso e
pela apresentação nesta profecia, o escorpião é emblema de flagelo, pois sua
picada causa dor, desespero e morte como o que causou a propagação desta falsa
religião. Ainda que os maometanos
atacassem Constantinopla, não conseguiram tomá-la, porém suas constantes investidas
causavam muito dano e tormento, conforme profetizado.
Não deviam causar dano... – Foi expressamente recomendando por Abu Bakr (AD 632), sucessor de Maomé, que seus
soldados não causassem danos a vegetação ou árvores pr serem estes símbolos de
manutenção da vida e nem deviam causar dano aos homens que tivessem o “selo de
Deus sobre a fronte”. É evidente que este sinal é o sábado do 4º mandamento
(veja Ezequiel 20:12 e 20) o qual serviria de proteção contra o ataque dos
maometanos.
Que atormentassem os homens por 5 meses – 5 meses em profecia representam 150 anos (5 x
30 =150) (ver Ezequiel 4:5,7 Números 14:34). Esse foi exatamente o período da
supremacia dos maometanos que foi de 27 de julho de 1299, quando os turcos otomanos
lutaram na batalha de Bafeum, próximo à Nicomédia, até a data de encerramento
em 27 de julho de 1449 onde o sultão de Amurat recebeu das mãos do imperador
oriental o Império de Constantinopla.
A Bíblia concede uma clara descrição do povo que cumpriria essa
profecia:
- “Possuíam coroas de ouro” (os guerreiros usavam turbantes amarelos ou
dourados).
- “Seus rostos eram como rostos de homens, tinham os cabelos como
cabelos de mulher” (os árabes usavam barba e os seus cabelos eram longos).
- “Seus dentes eram como dentes de leão” (os guerreiros eram destemidos
e movidos por seu fanatismo religioso)
- “Tinham couraças como couraças de
ferro, e o ruído das suas asas era como o ruído de carros de muitos cavalos que
correm ao combate. ” (Conforme o Corão, um dos dons divinos aos árabes são as
couraças feitas de ferro e aço). Os guerreiros usavam as couraças para imitar o
ruído de asas, semelhante ao barulho de carros puxados por muitos cavalos.
O anjo do abismo, cujo nome em hebraico é Abadom, e em grego, Apoliom - O termo “anjo” designa uma pessoa com missão religiosa especial. Desse modo, o “anjo do poço do abismo”, chamado também de “rei” é o próprio Maomé, fundador do Islã.
“Abadon” e “Apoliom”, essas duas palavras significam destruidor e é
aplicado aqui a Maomé que inspirou a chamada “guerra santa”, cuja
característica principal foi a destruição, porém o maior poder destrutivo são
os seus ensinos contidos no Corão, que encobrem o evangelho de Cristo.
Passado é já um ai; depois disso vêm
ainda dos ais - A palavra “ai”, quando utilizada na Bíblia, indica
sofrimento. Sendo assim, “três ais” significam muito sofrimento.
quarta-feira, 22 de julho de 2015
A Quarta Trombeta
A Quarta
Trombeta – Apocalipse 8:12-13
Os toques das três primeiras trombetas sob Alarico, Genserico
e Átila sacudiram o Império Romano Ocidental desde os seus alicerces. O
implacável poder que por séculos sujeitou as nações em suas garras de ferro
estava a ponto de sucumbir totalmente.
*Podemos destacar 5 pontos:
- O toque da quarta trombeta
- Foi ferida a terça parte do sol, da lua e das
estrelas
- Que a terça parte deles escurecesse e não brilhasse
mais
- Uma águia que voava pelo meio do céu
- A voz do anjo dizendo: Ai! Ai! Ai!
O toque da quarta
trombeta: Este toque da quarta
trombeta representa o golpe de misericórdia desfechado por Odoacro, rei dos Hérulos.
Odoacro era um dos generais de Atila o qual depois de sua morte reuniu sob seu
comando todos os bárbaros e formou a tribo dos Hérulos os quais se encontravam na
Itália.
Foi ferida a terça parte
do sol, da lua e das estrelas: a respeito da figura alusiva ao sol, a lua e as
estrelas, encontramos uma figura similar no velho testamento em Genesis 37:9-10
o sonho de José. O mesmo no caso de José dava-se também quanto ao governo romano,
pois nele havia o sol, a lua e estrelas:
- O sol representava a figura do imperador
- A lua representava a figura dos cônsules ou
consulado
- As estrelas representava os senadores
Roma era considerada um grande luminar nos dias de sua
supremacia mundial. A previsão da profética determina que todo o poder de Roma
iria se apagar, representado a terça parte do império. Com a extinção do
governo de Roma no ano 476 A.D., o último dos imperadores cessou de reinar e
mais tarde o senado e os cônsules também chegaram ao fim.
Que a terça parte deles escurecesse
e não brilhasse mais: O último
imperador romano do ocidente foi o jovem Romulo Augusto, que por sinal tinha o
mesmo nome do fundador de Roma. Com a queda do imperador na figura do sol, caíram
também o consulado na figura da lua e os senadores na figura das estrelas. Estava
assim ferida a terá parte do sol, da lua e das estrelas para nunca mais tronar
a brilhar cumprindo exatamente a profecia.
Uma águia que voava pelo meio do céu: A figura de uma águia
aqui nos dá a ideia de um presságio ou de sentença. A águia voando pelo meio do
céu é um emblema da figura de anjo, mesmo porque no verso 13 é dito que João
viu e ouviu uma águia falando, e nós sabemos que águia ou qualquer outro animal
não fala, razão porque, podemos afirmar tratar-se de um anjo.
A voz do anjo dizendo:
Ai! Ai! Ai! A voz do anjo
expressa a solenidade de sua advertência aos que habitam sobre a face da terra
na repetição dos 3 ais solenes. Por mais duros que fossem os quatro primeiros
toques de trombetas os quais sepultaram os Império Romano Ocidental, não deixa dúvidas
de que as últimas três trombetas causariam verdadeiro horror a humanidade.
Acontecimentos ainda de consequências mais terríveis haveriam
e alcançar e abater profundamente os inimigos de Deus. A quinta e a sexta
trombetas, como veremos nos estudos posteriores, dariam cabo do Império Romano
do Oriente sediado em Constantinopla e a sétima e última trombeta dará cavo do império
mundial de todos os reinos da terra.
Tão tremendos seriam esses acontecimentos
representados pelos 3 ais que foram apresentados pelo mensageiro celestial como
sendo terríveis. Porém, antes do toque da última trombeta, dar-se-ão
acontecimentos de suma importância os quais estudaremos separadamente, e então ao
soar da sétima trombeta se cumprirá todas as profecias sobre o estabelecimento
do Reino de Deus.
sábado, 18 de julho de 2015
Apocalipse 13 - Uma Besta que Sobe do Mar
O que significa "besta" no livro de Apocalipse na biblia?
O que seria esse animal estranho semelhante ao leopardo, pés como os de urso, e boca como de leão que é descrito em Apocalipse 13?
quarta-feira, 15 de julho de 2015
A Terceira Trombeta
A terceira trombeta Apoc. 8: 10-11
A mensagem das 7 trombetas está relacionada com a
estátua de Daniel 2, mais precisamente sobre a queda do império romano (pernas
da estátua)
Apocalipse 8:10-11 fala da 3ª trombeta (significa
alertar sobre perigo ou guerra) é do período da invasão feita pelos Hunos sob
liderança de Átila no 5º século. Eles aparecem na Europa vindos da Ásia central
em 372 A.D. e se estabeleceram em Danúbio.
25 anos mais tarde (ano 397 A.D.) se deslocaram mas
logo surgiram novamente e devastaram várias regiões da Europa do Império Romano
Ocidental.
* Destaca-se 5 pontos:
·
Caiu do
céu uma grande estrela
·
A
estrela caiu sobre a terça parte dos rios e fontes de agua
·
O nome
da estrela era Absinto
·
A terça
parte das aguas tornou-se em Absinto
·
Muitos
homens morreriam das aguas amargosas
Caiu do céu uma grande
estrela – A bíblia informa que a estrala caiu do céu “ardendo
como uma tocha” o que indica destruição em grande escala e imediata.
Estrela é símbolo de liderança e guia, ou seja, aponta
para um líder ou comandante valente. Este líder iria arrojar-se como um ardente
meteoro de grande brilho.
Como toda estrele aparece no céu caindo desaparece em
seguida, assim devia ser também esse líder.
A estrela caiu sobre a 3ª
parte dos rios e fontes - Átila, o terrível, conforme conta a história,
causou grande devastação nas vizinhanças dos rios Danúbio, Rheno, e nas fontes
de águas alpinas.
A expressão “A terça parte dos rios” a grande estrela
iria cair sobre a linha do Alto Danúbio, do Rheno e na região dos Alpes,
lugares abundantes em rios e fontes.
Átila, “a grande estrela,” marchou sobre o ocidente
romano e desferiu um golpe mortal.
O nome da estrela era Absinto – O nome da estrela não se refere ao nome de batismo,
mas sim ao seu caráter. A planta do absinto é uma planta muito amarga, tóxica e
extremamente venenosa, assim a queda da grande estrela mencionada no Apocalipse
acarretaria morte e acontecimentos amargos ao povo do Império Romano Ocidental.
Toda a extensão da Europa desde o Volga até o Danúbio
foi invadida, ocupada e assolada pelas hordas bárbaras de Átila que a si mesmo
se intitulava como “o flagelo de Deus.”
Átila deslocou-se como um meteorito em brasa e
vangloriava-se de que a relva jamais tornaria a crescer onde as patas de seu
cavalo pisasse.
A terça parte das aguas
tornou-se em absinto – não
significa que as aguas tornaram-se amargas literalmente, mas sim que os povos
daquela região situada entre os rios e as fontes sofreriam amargura e
morticínio como nunca antes.
Muitos homens morreriam
das aguas amargosas – A atuação
de Átila e seus guerreiros iniciou-se nas margens do rio Danúbio e paralisou
completamente o comércio que se fazia pelo Danúbio dispensando e matando
milhares de mercadores. Ele demoliu cidades e vilas inteiras e principalmente
aos que se opunham ao seu domínio.
Por fim Átila invadiu também a Itália, especificamente
a cidade de Roma, devastou a cidade, saqueou palácios, igrejas e matou milhares
de padres e bispos. Calcula-se que 70 cidades foram saqueadas pelos Hunos. Os
habitantes que escapavam aos morticínios eram feitos escravos.
Átila cumpriu com fidelidade a sentença proferia em
Apocalipse 8:10-11. Ele foi a estrela ardendo como tocha, e, como o absinto, causou
amargura aos povos.
Ao cumprir sua missão, Átila deveria desaparecer assim
com a estrela que cai do céu e perde se esplendor. Depois do curto período de
saques na Itália, atila morreu (453 A.D.) e a maioria dos Hunos que o acompanha
desapareceu da história.
quarta-feira, 8 de julho de 2015
A Segunda Trombeta
A Segunda Trombeta – Apocalipse 8:8-9
A segunda trombeta descreve uma guerra marítima, pois
atinge a terça parte do mar, o que aponta para uma das três partes em que se
dividia o mundo nos dias do domínio romano (ver primeira trombeta). Um novo
inimigo de Roma surgiria para abalar o seu poderio naval e como o bárbaro
Alarico fez, Genserico é o novo inimigo de Roma. Os bárbaros denominados de
Vândalos, dentre todos os povos que invadiram o Império Romano, foram os únicos
que formaram uma grande força naval no mar mediterrâneo.
A catástrofe anunciada pela segunda trombeta é vista
como descrevendo a invasão do Império Romano. Os vândalos viajando desde a sua
origem, a Trácia, emigraram através da Gália, atual território da França e da
Espanha, e se estabeleceram ao norte da África tendo por capital a cidade de
Cartago. Ali se estabeleceu Genserico e seu bárbaros e de lá partiram para
saquear todas as cidades importantes do Mediterrâneo, incluindo o próprio
território da Itália e por último também a própria cidade de Roma.
* Podemos destacar 5 pontos:
- O anjo da segunda trombeta
- É lançada no mar uma montanha em chamas
- A terça parte do mar tornou-se em sangue
- Morreu a terça parte da criação
- É destruída a terça parte das embarcações
O anjo da segunda trombeta: O anjo da segunda trombeta foi o bárbaro Genserico,
rei dos vândalos, pois ele dirigiu a invasão contra o Império Romano, segundo
relato da história.
O toque desta trombeta deu-se por volta do ano 455
A.D., isto é, quando as hordas bárbaras de Genserico se encaminharam para o Rio
Tigre e entraram em Roma, podendo pilhar a cidade fazendo prisioneiros a
milhares de cidadãos romanos, inclusive o imperador e suas filhas.
É lançada no mar uma
montanha em chamas:
Trata-se de uma grande batalha naval em que um grande incêndio tomaria lugar
sendo evidente que só um incêndio de navios /embarcações poderia cumprir este
simbolismo como ocorreu na batalha entre as esquadras de Genserico e as
esquadras do Império Romano.
Para enfrentar Genserico, o Império Romano concentrou
sua esquadra naval de 1300 navios na capital, Constantinopla, e cerca de
100.000 marinheiros e guerreiros. Genserico colocou os mais valentes de seus
guerreiros para tripular seus navios rebocando pequenos barcos cheios de
combustível os quais foram arremessados contra a esquadra romana durante uma
noite escura. As embarcações romanas estavam mal posicionadas e muito
amontoadas, o que facilitou a propagação do fogo e o vento que soprava a favor
do fogo determinou assim uma rápida destruição da esquadra romana muito
superior em quantidade e que agora parecia uma “montanha ardendo em fogo”.
A terça parte do mar
tornou-se em sangue: O
confronto entre as duas esquadras foi tão violento que determinou um grande
sacrifício de homens tornando as águas do mar tintas de sangue humano parecendo
que o mar se tonara completamente em sangue, tal era a quantidade de
marinheiros mortos naquela batalha e o sangue aqui mencionado se refere a um
extenso massacre humano. Este juízo de Deus é uma reminiscência da primeira
praga do Egito quando as águas se tronaram como sangue de um homem morto.
Morreu a terça parte da
criação: Como vimos no estudo
anterior, o Império Romano era constituído de 3 partes: Europa, Ásia e África.
A batalha aqui referida teve palco nas terras europeias, portanto aqueles
marinheiros que faziam parte de uma das 3 partes do Império perderam-se
totalmente, pois os marinheiros que escapavam do incêndio foram mortos pela
espada nas praias e o seu sangue derramado no mar.
É destruída a terça parte
das embarcações: Nessa
batalha marítima Genserico reuniu navios carregados
de combustível e rebocou-os para o meio dos navios romanos, incendiando e
destruindo naquela madrugada mais de 1.100 navios romanos. O Império
Romano perdeu o seu poder marítimo no Mediterrâneo ficando assim a mercê dos
bárbaros vândalos que destruíram quase a totalidade das igrejas e conventos
católicos em toda parte onde dominaram completamente.
A invasão dos vândalos iniciou-se no ano de 429 A.D. e
terminou por volta do ano 468 A.D. sendo esse povo mais tarde destruído pelo
poder papal a partir do ano de 538 A.D.
segunda-feira, 6 de julho de 2015
quarta-feira, 1 de julho de 2015
A Primeira Trombeta
A Primeira Trombeta - Apocalipse 8:7
A mensagem das sete trombetas está ligada a estátua de
Daniel 2, particularmente com o Império Romano representado pelas pernas e pés
da estátua.
O Império Romano iniciou-se muito antes da última
batalha conta os gregos e assim pode estabelecer um império que abrangia toda
Europa: França, Inglaterra, Alemanha, Suíça, Hungria, Turquia e partes da Ásia
e África.
O Império Romano encheu o mundo de então e quando caiu
nas mãos de uma só pessoa – o papado- o mundo se transformou num verdadeiro
cárcere para seus inimigos. Roma subjugou todas as nações impondo suas leis e
costumes e corrompendo os homens.
A profecia das 7 trombetas representa advertências e se refere as guerras de natureza
política, mas com consequências no mundo religioso, sendo que as quatro
primeiras falam do colapso do Império Romano Ocidental, as duas seguintes falam
da ruina do Império Romano Oriental e a última revela a destruição de todo o
governo humano quando então virá o Reino de Cristo que será estabelecido
eternamente.
* No tempo antigo a trombeta era usada para alertar
sobre a aproximação de perigo ou guerra. Na leitura de Apocalipse 8:7
destaca-se 5 pontos:
- O anjo da primeira trombeta.
- Saraiva e fogo misturado com sangue.
- A chuva de pedras caiu sobre a terça parte da terra.
- Foi queimada a terça parte das arvores.
- Foi queimada toda a erva verde.
O anjo da primeira
trombeta: Primeira investida contra Roma ocidental pelos
visigodos ano de 396 AD. A história aponta o bárbaro Alarico com seus
visigodos. Este foi o primeiro inimigo de Roma e abalou sua estrutura. O
profeta Isaias no capitulo 28:2 descreve como foi possível. Um homem valente e
poderoso, designado por Deus, invadiria repentinamente a terça parte da terra
com seus comandados bárbaros provenientes do povo germânico do norte da Europa.
Saraiva e fogo misturado
com sangue: A figura aqui representada é de uma grande calamidade
de chuva de pedras misturada com relâmpagos, uma reminiscência da sétima praga
do Egito, relatada em Êxodo 9:23-25.
A invasão infestou a Trácia, a Macedônia e a Grécia
cruzando o rio Danúbio e descendo os Alpes como saraiva de pedras e pilharam as
cidades, inclusive Roma no ano de 410 AD.
O toque da primeira trombeta foi representado por
saraiva, fogo e sangue, uma descrição do terrível morticínio que se seguiu a
invasão pelos visigodos. Durante 6 dias os exércitos de Alarico pilharam os
palácios de Roma, levando ouro, prata e mataram grande parte das populações em
todas as cidades invadidas.
A chuva de pedras caiu sobre a terça parte da terra: A
terra com sua vegetação é aqui mostrada como alvo e mira do flagelo da primeira
trombeta, isto é, a trombeta foi tocada no céu, porém seus efeitos forma
sentidos na terra e nos seus habitantes.
No tempo do império romano somente 3 partes da terra
erma conhecidas:
1ª parte – Europa tendo Roma como capital.
2ª parte – Ásia tendo Constantinopla como metrópole
3ª parte – África tendo Cartago como cidade líder.
Essa era a tríplice divisão do império romano naqueles
dias, por esse fato as primeiras quatro trombetas apontam para acontecimentos
políticos ligados a uma daquelas três partes daí a expressão “terça parte da
terra” não sendo a9inda conhecidas a América e a Oceania. A invasão começou
justamente pela Europa, a primeira vítima, sendo ela a terça parte da terra.
Queimada a terça parte
das arvores: Além da devastação
provocada pela invasão dos bárbaros em que templos, igrejas e conventos
católicos foram saqueados e derribados e suas riquezas roubadas, as árvores da
Europa, como emblemas de alimentos para a sustentação da vida, foram
completamente dizimadas, o que demonstra o extraordinário cumprimento da profecia.
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