Segundo episódio da Série Cartas de uma Ilha Solitária.
"Porque, assim como o relâmpago sai do oriente e se mostra até ao ocidente, assim será também a vinda do Filho do homem" São Mateus 24:27.
segunda-feira, 7 de janeiro de 2008
sábado, 5 de janeiro de 2008
Um Importante Passo para Trás - Éfeso
A partir de hoje vocês acompanharão videos sobre as cartas enviadas para as 7 igrejas do apocalipse apresentado pelo Pr. MarK Finley, autor do livro Cartas de uma Ilha Solitária.
quinta-feira, 3 de janeiro de 2008
A Palavra de Deus
1. Por que três nomes além da “Bíblia”são conhecidos os Sagrados Escritos dos Santos Profetas e Apóstolos?
a) “mas, respondendo Ele, disse-lhes:”Minha mãe e meus irmãos são aqueles que ouvem a Palavra de Deus e a escutam”. São Lucas 8:21
b) ”Disse-lhes Jesus:“Nunca lestes nas Escrituras: Pedra que os edificadores rejeitaram, essa foi posta por cabeça de ângulo?...S. Mateus 21:42
c) “Buscai no Livro do Senhor e lede...”Isaias 34:16
2. Por quem foram inspirados os santos escritores das Sagradas Escrituras?
”Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos falaram inspirados pelo Espírito Santo”. II S. Pedro 1:21
3. Quem falou pela boca de David, servo de Deus?
“O Espírito do Senhor falou por mim e a sua Palavra esteve em minha boca.” II Samuel 23:2
4. Que devem buscar nas Escrituras os que a examinam?
Examinai as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que testificam de mim”. São João 5:39
5. Para quantas coisas as Santas Escrituras são proveitosas?
“Toda escritura divinamente inspirada é proveitosa para ensinar para redargüir para instruir em justiça, para que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente instruído para toda boa obra”. II Timóteo 3:16-17
6. O que Deus deseja que Sua Palavra seja para nós, neste mundo escuro, cheio de pecado, erro e morte?
“Lâmpada para os meus pés é a Tua Palavra e luz para meu caminho”. Salmos 119:105
7. Por que atitude foram louvados os crentes de Beréia?
“Ora estes foram mais nobres do que os que estavam em Tessalônica, porque de bom grado receberam a Palavra, examinando cada dia nas Escrituras se estas eram assim”. Atos 17:11
8. Como Jesus censura àqueles que se consideram filhos de Deus mas não conhecem as Escrituras?
“Jesus, porém, respondendo disse-lhes: Errais não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus”. São Mateus 22:29
9. Por quanto tempo subsistirá a Palavra de Deus?
“Seca-se a erva e caem as flores, mas a Palavra de nosso Deus subsiste eternamente”. Isaías 40:8
“O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não hão de passar”. São Mateus 24:35
a) “mas, respondendo Ele, disse-lhes:”Minha mãe e meus irmãos são aqueles que ouvem a Palavra de Deus e a escutam”. São Lucas 8:21
b) ”Disse-lhes Jesus:“Nunca lestes nas Escrituras: Pedra que os edificadores rejeitaram, essa foi posta por cabeça de ângulo?...S. Mateus 21:42
c) “Buscai no Livro do Senhor e lede...”Isaias 34:16
2. Por quem foram inspirados os santos escritores das Sagradas Escrituras?
”Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos falaram inspirados pelo Espírito Santo”. II S. Pedro 1:21
3. Quem falou pela boca de David, servo de Deus?
“O Espírito do Senhor falou por mim e a sua Palavra esteve em minha boca.” II Samuel 23:2
4. Que devem buscar nas Escrituras os que a examinam?
Examinai as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que testificam de mim”. São João 5:39
5. Para quantas coisas as Santas Escrituras são proveitosas?
“Toda escritura divinamente inspirada é proveitosa para ensinar para redargüir para instruir em justiça, para que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente instruído para toda boa obra”. II Timóteo 3:16-17
6. O que Deus deseja que Sua Palavra seja para nós, neste mundo escuro, cheio de pecado, erro e morte?
“Lâmpada para os meus pés é a Tua Palavra e luz para meu caminho”. Salmos 119:105
7. Por que atitude foram louvados os crentes de Beréia?
“Ora estes foram mais nobres do que os que estavam em Tessalônica, porque de bom grado receberam a Palavra, examinando cada dia nas Escrituras se estas eram assim”. Atos 17:11
8. Como Jesus censura àqueles que se consideram filhos de Deus mas não conhecem as Escrituras?
“Jesus, porém, respondendo disse-lhes: Errais não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus”. São Mateus 22:29
9. Por quanto tempo subsistirá a Palavra de Deus?
“Seca-se a erva e caem as flores, mas a Palavra de nosso Deus subsiste eternamente”. Isaías 40:8
“O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não hão de passar”. São Mateus 24:35
10. Sobre quem pronuncia Cristo sua bênção?
“Mas Ele disse: Antes bem-aventurados os que ouvem a Palavra de Deus e a guardam”. São Lucas 11:28
sábado, 29 de dezembro de 2007
Daniel 9 - complemento
A profecia de Daniel 9 foi dada "no primeiro ano de Dario... da linhagem dos medos" (v. 1). Este Dario não deve ser confundido com outros reis com mesmo nome, que, mais tarde, aparecem como mandatários do império persa. Entendemos que o Dario de Daniel corresponde, na História, a Ciáxares II, o tio do conquistador de Babilônia em 539 a.C., Ciro. Este teria se casado com uma prima, filha de Ciáxares e, como pagamento de dote, o conquistador concedeu-lhe o trono de Babilônia. Seu primeiro ano como rei corresponde a 538 a.C., e não 539, que seria considerado o ano de sua ascensão ao poder. Ele reinou em Babilônia por dois anos, ou três (cálculo inclusivo).
Considerando que o exílio babilônico começou em 605 a.C., quando Daniel foi levado cativo, os setenta anos de cativeiro previstos por Jeremias (ver 25:11 e 29:10) estavam chegando ao fim; daí Daniel redobrar suas orações, como a que é registrada neste capítulo. Em combinação com este motivo, havia também outra razão para Daniel intensificar suas preces: o período das 2.300 tardes e manhãs, registrado na visão anterior (8:14), sobre o qual ele não havia recebido esclarecimento. Como este período envolvia a questão do santuário, Daniel imaginou que Deus estivesse prolongando o tempo do cativeiro, o que deixou o profeta apreensivo.
Daniel 9 deve ser considerado uma seqüência natural de Daniel 8. Com efeito, os dois capítulos se complementam. Eles formam uma unidade temática e, neste aspecto, são mutuamente dependentes. Isto é: sem o capítulo 9, o capítulo 8 permanece fechado quanto à explicação das 2.300 tardes e manhãs (ver 8:26); e sem o capítulo 8, o capítulo 9 não vai além de 34 d.C., embora faça referência à inauguração do ministério sacerdotal de Jesus (mediante a expressão "ungir o santo dos santos" do v. 24), um ministério que prossegue até os nossos dias.
O mesmo anjo que estivera com Daniel por ocasião da visão do capítulo 8, e que viera para explicar a própria visão, deixando de fora, contudo, a questão das "tardes e manhãs" (8:26), voltou agora para elucidar esse pormenor. Embora as informações de Gabriel, nesta nova oportunidade, se restrinjam apenas àquilo que se referia diretamente ao povo de Daniel e à própria indagação do profeta, elas são suficientes para confirmar que, de fato, "a cena do juízo em Daniel 7 e a purificação do santuário em Daniel 8 representam o mesmo evento", a ocorrer algum tempo depois do período da supremacia papal, os 1.260 anos que terminam em 1798.
O entendimento da última visão de Daniel, onde apareceram 2.300 anos, e apareceu a questão da purificação do santuário . Isso criou em Daniel uma impressionante preocupação: será que o povo de Israel cometeu tão grande pecado, e continuava cometendo, que o castigo de 70 anos profetizado por Jeremias foi estendido para 2.300 anos? Daniel se angustiava com a condição de vida, espiritual e material, das pessoas no final desse longo tempo, pois percebeu que seria uma situação extremamente adversa. Ele também percebeu que essa longa jornada seria terrível para o povo de DEUS. Ora, setenta anos já lhe pareciam uma travessia penosa, portanto, milênios seria incomparavelmente pior. Mas ele possuía a consciência de não ter entendido a profecia, essa era a sua percepção. Diante do cenário, conforme ele percebia as coisas, Daniel orava três vezes ao dia, pedindo clemência por seu povo, no qual ele se incluía. Esse é o capítulo 9 e a impressionante oração de Daniel, oração que serve de orientação às nossas orações nesses últimos dias.
O ponto principal é a questão do juízo ou da purificação do santuário, que são o mesmo evento. Esse processo, de juízo e de purificação, digamos assim, iria, sem sombra de dúvida, ocorrer depois dos fatos relacionados aos 1.260 anos. Isso fica evidente nos capítulos 7 e 8 de Daniel. Outra coisa sobre a qual não se pode ter dúvidas é que o tal santuário a ser purificado não se localiza na Terra, pois, até o ano 31, com a morte de JESUS, esse santuário cumpriu suas funções. No ano 70 ele foi totalmente destruído, e nunca mais reconstruído. E o ritual foi abolido na cruz, como é fartamente enfatizado na Bíblia, tanto no Novo quanto no Antigo Testamento. Logo, esse santuário é o celestial, do qual o terrestre era simples réplica. Ora, foi nesse santuário que JESUS, após ascender ao Céu, entrou para interceder por nós. Assim, desde alguns dias após a ressurreição de JESUS as questões relacionadas com a intercessão se realizam, não mais aqui na Terra, mas no Céu. E, algum dia desses, a questão do julgamento, que na Terra ocorria uma vez por ano, o dia da expiação, começaria a também ocorrer no santuário celeste, que é o julgamento de que trata Daniel 7, ou a purificação de que trata Daniel 8.
Na profecia de Daniel 2, a revelação foi por meio de um rei pagão, que mais tarde, após muita luta, se converteu. Nessa visão, DEUS criou, por meio do rei, uma chave de confiabilidade das revelações. No final desta visão vemos uma pedra vinda do Céu que destrói toda estátua e estabelece o reino eterno de DEUS.
Então vem Daniel 7. Nessa visão, DEUS revela a existência de um juízo que julga as atividades da arrogante ponta pequena, porque ela exercerá imenso poder para enganar nas questões relacionadas a adoração. Inclusive, revela a visão, mudará a Lei de DEUS, e se portará como se fosse o próprio DEUS. Mas no juízo esse poder será julgado e eliminado. O final do capítulo termina como Daniel 2, com o reino sendo dado ao povo dos santos.
Em Daniel 8, em lugar do juízo, apresenta a purificação do santuário, o mesmo evento do juízo. E apresenta, como continuidade, a duração de outra profecia de 2.300 anos. Há revelação de reinos (Medo-Pérsia e Grécia), mais detalhes das ferozes ações da ponta pequena, inclusive sua identidade com o Império Romano, do qual é uma continuidade de natureza diferente (de civil para religioso, no entanto, mantendo o conteúdo pagão).
Mas nessa visão aparece um detalhe de poucas linhas, mas que atraem a atenção pela tremenda importância: um tempo de 2.300 anos, e a purificação do santuário.
A explicação do anjo, que consta em Daniel 9:24 a 27, refere-se ao que foi anunciado a Daniel em seu livro, cap 8:14, ou seja, ao período de 2.300 anos. Agora o anjo estava detalhando esse período em sub-períodos. Os 2.300 se dividem, inicialmente, em dois grandes sub-períodos: 490 anos mais 1810 anos, que somados, dão os 2.300 anos. Os primeiros 490 são para que o povo de DEUS se defina, se quer seguir a DEUS, ou se continuará preferindo aos deuses pagãos. Os outros 1.810 anos, são para levar o evangelho aos pagãos. Ou seja, há aqui duas possibilidades, das quais só uma poderia ser seguida. Se uma delas fosse a escolhida, a outra não ocorreria. É assim: alternativa “a”: Israel, nos seus 490 anos, se define, de uma vez por todas, por adorar o verdadeiro DEUS. Nesse caso, Israel, nos dias de JESUS seria integrado na Igreja de CRISTO, ou seja, como é óbvio, formaria com a igreja um só povo. A alternativa “b”, a que realmente aconteceu, é a rejeição por parte do povo de Israel do convite de CRISTO, que no final desse tempo, veio em pessoa pregar a seu povo, que não O aceitou como povo, como nação. Então, os poucos judeus que aceitaram, foram aos gentios (pagãos) pregar o evangelho de JESUS, e assim, sem mais o antigo povo de DEUS, a Igreja de CRISTO nasceu e prosseguiu, como conhecemos a história.
Esses são os dois grandes períodos dessa enorme profecia de mais de dois milênios de duração. Por enquanto é vital sabermos que esse tempo profético já passou, e que vivemos no tempo do fim. Esse tempo do fim se iniciou, não em 1844, quando terminaram os 2.300 anos, mas em 1.798, quando terminou outro período profético dentro desses 2.300 anos, que foi de 1260 anos. Esse período de tempo foi da grande supremacia papal sobre as nações e formas de adoração.
Considerando que o exílio babilônico começou em 605 a.C., quando Daniel foi levado cativo, os setenta anos de cativeiro previstos por Jeremias (ver 25:11 e 29:10) estavam chegando ao fim; daí Daniel redobrar suas orações, como a que é registrada neste capítulo. Em combinação com este motivo, havia também outra razão para Daniel intensificar suas preces: o período das 2.300 tardes e manhãs, registrado na visão anterior (8:14), sobre o qual ele não havia recebido esclarecimento. Como este período envolvia a questão do santuário, Daniel imaginou que Deus estivesse prolongando o tempo do cativeiro, o que deixou o profeta apreensivo.
Daniel 9 deve ser considerado uma seqüência natural de Daniel 8. Com efeito, os dois capítulos se complementam. Eles formam uma unidade temática e, neste aspecto, são mutuamente dependentes. Isto é: sem o capítulo 9, o capítulo 8 permanece fechado quanto à explicação das 2.300 tardes e manhãs (ver 8:26); e sem o capítulo 8, o capítulo 9 não vai além de 34 d.C., embora faça referência à inauguração do ministério sacerdotal de Jesus (mediante a expressão "ungir o santo dos santos" do v. 24), um ministério que prossegue até os nossos dias.
O mesmo anjo que estivera com Daniel por ocasião da visão do capítulo 8, e que viera para explicar a própria visão, deixando de fora, contudo, a questão das "tardes e manhãs" (8:26), voltou agora para elucidar esse pormenor. Embora as informações de Gabriel, nesta nova oportunidade, se restrinjam apenas àquilo que se referia diretamente ao povo de Daniel e à própria indagação do profeta, elas são suficientes para confirmar que, de fato, "a cena do juízo em Daniel 7 e a purificação do santuário em Daniel 8 representam o mesmo evento", a ocorrer algum tempo depois do período da supremacia papal, os 1.260 anos que terminam em 1798.
O entendimento da última visão de Daniel, onde apareceram 2.300 anos, e apareceu a questão da purificação do santuário . Isso criou em Daniel uma impressionante preocupação: será que o povo de Israel cometeu tão grande pecado, e continuava cometendo, que o castigo de 70 anos profetizado por Jeremias foi estendido para 2.300 anos? Daniel se angustiava com a condição de vida, espiritual e material, das pessoas no final desse longo tempo, pois percebeu que seria uma situação extremamente adversa. Ele também percebeu que essa longa jornada seria terrível para o povo de DEUS. Ora, setenta anos já lhe pareciam uma travessia penosa, portanto, milênios seria incomparavelmente pior. Mas ele possuía a consciência de não ter entendido a profecia, essa era a sua percepção. Diante do cenário, conforme ele percebia as coisas, Daniel orava três vezes ao dia, pedindo clemência por seu povo, no qual ele se incluía. Esse é o capítulo 9 e a impressionante oração de Daniel, oração que serve de orientação às nossas orações nesses últimos dias.
O ponto principal é a questão do juízo ou da purificação do santuário, que são o mesmo evento. Esse processo, de juízo e de purificação, digamos assim, iria, sem sombra de dúvida, ocorrer depois dos fatos relacionados aos 1.260 anos. Isso fica evidente nos capítulos 7 e 8 de Daniel. Outra coisa sobre a qual não se pode ter dúvidas é que o tal santuário a ser purificado não se localiza na Terra, pois, até o ano 31, com a morte de JESUS, esse santuário cumpriu suas funções. No ano 70 ele foi totalmente destruído, e nunca mais reconstruído. E o ritual foi abolido na cruz, como é fartamente enfatizado na Bíblia, tanto no Novo quanto no Antigo Testamento. Logo, esse santuário é o celestial, do qual o terrestre era simples réplica. Ora, foi nesse santuário que JESUS, após ascender ao Céu, entrou para interceder por nós. Assim, desde alguns dias após a ressurreição de JESUS as questões relacionadas com a intercessão se realizam, não mais aqui na Terra, mas no Céu. E, algum dia desses, a questão do julgamento, que na Terra ocorria uma vez por ano, o dia da expiação, começaria a também ocorrer no santuário celeste, que é o julgamento de que trata Daniel 7, ou a purificação de que trata Daniel 8.
Na profecia de Daniel 2, a revelação foi por meio de um rei pagão, que mais tarde, após muita luta, se converteu. Nessa visão, DEUS criou, por meio do rei, uma chave de confiabilidade das revelações. No final desta visão vemos uma pedra vinda do Céu que destrói toda estátua e estabelece o reino eterno de DEUS.
Então vem Daniel 7. Nessa visão, DEUS revela a existência de um juízo que julga as atividades da arrogante ponta pequena, porque ela exercerá imenso poder para enganar nas questões relacionadas a adoração. Inclusive, revela a visão, mudará a Lei de DEUS, e se portará como se fosse o próprio DEUS. Mas no juízo esse poder será julgado e eliminado. O final do capítulo termina como Daniel 2, com o reino sendo dado ao povo dos santos.
Em Daniel 8, em lugar do juízo, apresenta a purificação do santuário, o mesmo evento do juízo. E apresenta, como continuidade, a duração de outra profecia de 2.300 anos. Há revelação de reinos (Medo-Pérsia e Grécia), mais detalhes das ferozes ações da ponta pequena, inclusive sua identidade com o Império Romano, do qual é uma continuidade de natureza diferente (de civil para religioso, no entanto, mantendo o conteúdo pagão).
Mas nessa visão aparece um detalhe de poucas linhas, mas que atraem a atenção pela tremenda importância: um tempo de 2.300 anos, e a purificação do santuário.
A explicação do anjo, que consta em Daniel 9:24 a 27, refere-se ao que foi anunciado a Daniel em seu livro, cap 8:14, ou seja, ao período de 2.300 anos. Agora o anjo estava detalhando esse período em sub-períodos. Os 2.300 se dividem, inicialmente, em dois grandes sub-períodos: 490 anos mais 1810 anos, que somados, dão os 2.300 anos. Os primeiros 490 são para que o povo de DEUS se defina, se quer seguir a DEUS, ou se continuará preferindo aos deuses pagãos. Os outros 1.810 anos, são para levar o evangelho aos pagãos. Ou seja, há aqui duas possibilidades, das quais só uma poderia ser seguida. Se uma delas fosse a escolhida, a outra não ocorreria. É assim: alternativa “a”: Israel, nos seus 490 anos, se define, de uma vez por todas, por adorar o verdadeiro DEUS. Nesse caso, Israel, nos dias de JESUS seria integrado na Igreja de CRISTO, ou seja, como é óbvio, formaria com a igreja um só povo. A alternativa “b”, a que realmente aconteceu, é a rejeição por parte do povo de Israel do convite de CRISTO, que no final desse tempo, veio em pessoa pregar a seu povo, que não O aceitou como povo, como nação. Então, os poucos judeus que aceitaram, foram aos gentios (pagãos) pregar o evangelho de JESUS, e assim, sem mais o antigo povo de DEUS, a Igreja de CRISTO nasceu e prosseguiu, como conhecemos a história.
Esses são os dois grandes períodos dessa enorme profecia de mais de dois milênios de duração. Por enquanto é vital sabermos que esse tempo profético já passou, e que vivemos no tempo do fim. Esse tempo do fim se iniciou, não em 1844, quando terminaram os 2.300 anos, mas em 1.798, quando terminou outro período profético dentro desses 2.300 anos, que foi de 1260 anos. Esse período de tempo foi da grande supremacia papal sobre as nações e formas de adoração.
Autor:José Carlos Ramos
Diretor de Pós-Graduação do Unasp-EC
sexta-feira, 28 de dezembro de 2007
Daniel 9 - Setenta Semanas
S.Mateus 2:6 - "E tu Belém, terra de Judá, De modo nenhum és a menor entre as capitais de Judá; Porque de ti sairá o Guia de Israel".
Daniel 9:24 - Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade, para extinguir a transgressão, e dar fim aos pecados, e para expiar a iniquidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e para ungir o Santo dos santos.(70 semanas ou 490 anos conforme Números 14:34 e Ezequiel 4:6)
Daniel 9:25 - Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém até ao Messias, o Princípe, sete semanas, e sessenta e duas semanas;(ponto de partida para as setenta semanas).
Esdras 6:14 - E os anciãos dos judeus iam edificando e prosperando pela profecia do profeta Ageu, e de Zacarias, filho de Ido; e edificaram a casa e a aperfeiçoaram conforme ao mandado de Deus de Israel, e conforme o mandado de Ciro e de Dario, e de Artaxerxes rei da Persia.(Leia ainda Esdras 7:1 e 9)A ordem para restaurar e edificar Jerusalém entrou em vigor no outono de 457 A.C.
De acordo com a profecia este tempo deveria alcançar o Messias, o Ungido(7 semanas + 62 semanas). Em 27 A.D., Jesus recebeu em Seu batismo a unção do Espírito Santo, e pouco depois deu início ao Seu ministério.
S.Marcos 1:15 "O tempo está cumprido."
Daniel 9:27 - Ele firmará um concerto com muitos por uma semana; e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares(...)Durante 7 anos desde o início do ministério do Salvador, o evangelho deveria ser pregado especialmente aos judeus: três anos e meio pelo próprio Cristo e depois pelos apóstolos. Na primavera de 31 A.D., Cristo o verdadeiro sacrifício, foi oferecido no Calvário.
A semana de 7 anos findou-se em 34 A.D. Então pelo apedrejamento de Estevão os judeus selaram finalmente sua rejeição do evangelho; os discípulos que foram espalhados pela perseguição iam por toda a parte, anunciando a Palavra (Atos 8:4); e pouco depois, Saulo o perseguidor, foi convertido, e tornou-se Paulo, o apóstolo dos gentios.
Profecias de Daniel
quarta-feira, 26 de dezembro de 2007
Daniel 8 - A Visão do Carneiro e do Bode
De acordo com Anjo que interpretou a visão o carneiro com os dois chifres simbolizam a Média e a Pérsia[os Medo Persas]. Verso 4.
O bode com o chifre notável representa o reino da Grécia com Alexandre Magno[Verso 5]. O chifre se quebrou e em seu lugar sairam 4 chifres notáveis[Verso 8] que representam as quatro divisões do Império helenístico após a morte de Alexandre Magno. Sendo que de um dos seus chifres saiu um chifre pequeno [Roma].
DANIEL 8:9 a 12 - Predições Simbólicas:
9- Ainda de um deles[os quatro ventos do céu, os quatro pontos cardeais] saiu um chifre pequeno[Roma], o qual cresceu muito para o sul[África], e para o oriente[Grécia, Ásia Menor e Síria], e para a terra formosa[Palestina];
10- e se engrandeceu até o exército do céu[o povo de Deus, judeus e cristãos]; e lançou por terra algumas das estrelas desse exército, e as pisou[perseguiu-os].
11- Sim, ele se engrandeceu até o príncipe do exército[Jesus Cristo, a quem Roma pagã crucificou e Roma cristã freqüentemente representou erroneamente]; e lhe tirou o holocausto contínuo[o tamid, ministério contínuo de Cristo no Céu e o símbolo do mesmo que fora estabelecido no ritual do Antigo Testamento] e o lugar do seu santuário foi deitado abaixo[parcialmente através da destruição do templo de Herodes pelos exércitos de Roma pagã, e de modo muito pleno através da representação errônea de risto por intermédio de Roma cristã].
12- E o exército[o povo de Deus] lhe foi entregue[a Roma o chifre pequeno], juntamente com o holocausto contínuo[o tamid], por causa da transgressão[Deus permitiu que as forças do erro se revelassem a si mesmas, de modo que o erro pudesse ser visto em sua malignidade e o povo pudesse ser persuadido a abandoná-lo]; lançou a verdade por terra[acerca dos 10 mandamentos, do santuário celestial e da ministração de Cristo no mesmo, e da justificação pela fé]; e fez o que era do seu agrado[Roma, o chifre pequeno], e prosperou.
DANIEL 8:23 a 25 As Predições Interpretativas de Gabriel:
23- Mas, no fim do reinado deles,[ao final dos reinos helenísticos simbolizados pelos 4 chifres, por volta de 65 A.c]. quando os transgressores tiverem chegado ao cúmulo[quando a maldade humana houver atingido o clímax], levantar-se-á um rei, feroz de semblante[Roma] e que entende enigmas.
24- Grande será o seu poder, mas não de si mesmo; e destruirá terrivelmente, e prosperará, e fará o que lhe aprouver; e destruirá os poderosos[inimigos políticos] e o povo santo[o perseguido povo de Deus].
25- Pela sua sutileza fará prosperar o engano na sua mão[persuadindo milhões a seguirem as tradições pagãs e medievais]; no seu coração se engrandecerá[o imperador como um ser divino, o papa medieval como "outro Deus na Terra"] , e destruirá a muitos que vivem em segurança[por exemplo, no massacre de São Bartolomeu]; e se levantará contra o príncipe dos príncipes[Jesus Cristo, tanto na cruz como em Sua qualidade de real sacerdote no Céu]; mas será quebrado sem intervir mão de homem[ou seja, pela providência de Deus nos afazeres humanos, por uma percepção mais clara da verdade, pelo Dia do julgamento no Céu, e finalmente pela Segunda vinda de Cristo].
Há ainda no capítulo 8 a menção da profecia das 2300 tardes e manhãs a qual estudaremos mais a frente.
Assinar:
Postagens (Atom)