domingo, 23 de outubro de 2011

A restauração da verdade - II

6. Qual a resposta?

Daniel 8:14 (Ao acabarem as 2.300 tardes e manhãs a verdade haveria de ser restaurada na Terra; e no Céu, o Santuário, purificado, e na Terra, a mensagem pura da Bíblia voltaria a ser pregada por aqueles que seguem inteiramente o ensinamento da Bíblia.) “Ele me disse: Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; e o santuário será purificado.”

Até as duas mil e trezentas tardes e manhãs contamos 457 aC. Até 1844 dC, quando se inicia o chamado Juízo Investigativo, que estudaremos na lição de número 12. No anexo desse estudo há uma explicação mais detalhada sobre essas 2.300 tardes e manhãs.

7. Por que foram dadas as profecias?

Provérbios 29:18 “Não havendo profecia, o povo se corrompe; mas o que guarda a lei, esse é feliz.

Sugestão: Seguiremos a DEUS e Seus Mandamentos corretos ou a homens e os mandamentos alterados?

Os Dez Mandamentos conforme escritos por DEUS, como constam na Bíblia, em Êxodo 20:3 a 17, e que DEUS, como legislador, não autorizou que fossem mudados, pois Ele é o único legislador, e nem poderia haver mais de um legislador, conforme diz o apóstolo Tiago, cap. 4:12, pp: “Um só Legislador e Juiz...”

I - Não terás outros deuses diante de mim.

II - Não farás para ti imagem de escultura, nem semelhança alguma do que há em cima nos céus, nem embaixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não as adorarás, nem lhes darás culto; porque eu sou o SENHOR, teu Deus, Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos até à terceira e quarta geração daqueles que me aborrecem e faço misericórdia até mil gerações daqueles que me amam e guardam os meus mandamentos.

III - Não tomarás o nome do SENHOR, teu Deus, em vão, porque o SENHOR não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão.

IV - Lembra-te do dia de sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do SENHOR, teu Deus; não farás nenhum trabalho, nem tu, nem o teu filho, nem a tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o forasteiro das tuas portas para dentro; porque, em seis dias, fez o SENHOR os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há e, ao sétimo dia, descansou; por isso, o SENHOR abençoou o dia de sábado e o santificou.

V - Honra teu pai e tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o SENHOR, teu Deus, te dá.

VI - Não matarás.

VII - Não adulterarás.

VIII - Não furtarás.

IX - Não dirás falso testemunho contra o teu próximo.

X - Não cobiçarás a casa do teu próximo. Não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma que pertença ao teu próximo.

E, eis os mandamentos que foram alterados, como profetizado por DEUS através de Daniel 7:25, que não se encontram na Bíblia, mas no catecismo católico.

I - Amar a DEUS sobre todas as coisas.

II - Não falar Seu Santo nome em vão.

III - Guardar domingos e festas.

IV - Honrar pai e mãe.

V - Não matar.

VI - Não pecar contra a castidade.

VII - Não furtar.

VIII - Não levantar falso testemunho.

IX - Não desejar a mulher do próximo.

X - Não cobiçar coisas alheias.

Nota: As maiores alterações recaíram justamente sobre os quatro primeiros mandamentos que se referem ao culto a DEUS. Os outros seis, que se referem ao nosso próximo, sofreram menor alteração. Qual a razão disso? (será que nisso não está havendo o incitamento a adoração de outro deus?

Perguntas complementares: Por quê a Igreja Católica mudou a maioria das doutrinas, especialmente as relacionadas com a adoração? Por que o domingo foi imposto pela lei de um império pagão? É certo a Lei de DEUS ser imposta por poderes civis terrestres? Ou, é certo qualquer lei ser imposta pela força? Por que o primeira mandamento que requer que se adore a penas a DEUS foi substituído por outro? Por que o mandamento que proíbe a idolatria desapareceu nos mandamentos do Catecismo? Por que o quarto mandamento que santifica o dia de sábado foi substituído pelo domingo, se DEUS nunca autorizou tal mudança? Por que o décimo mandamento da Lei original foi dividido em dois, se trata de um só assunto? Que motivação há por trás dessas modificações? Quem pode estar influindo para essas modificações? Por que a Inquisição perseguiu, entre outros, aqueles que adoravam rigorosamente conforme os princípios bíblicos? Por que a Igreja Católica buscou exercer poder até mesmo sobre as nações?

Comentário anexo

Esse comentário refere-se especificamente ao versículo de Daniel 8:14, que diz assim: “Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; e o santuário será purificado.” Essa é uma das mais impressionantes profecias bíblicas. Ela abrange atividades que aconteceriam e acontecem na Terra e no Céu. As 2.300 tardes e manhãs são, em profecia, 2.300 anos. Sua contagem se inicia em 457 aC, e se conclui em 1844 da nossa era. Dentro desse período estão outros períodos e outras profecias menores, mais curtas, mas que fazem parte das 2.300 como um todo, interligado.

Início do período: Foi no ano em que saiu a ordem para a reconstrução de Jerusalém, ou seja, no ano 457 aC. Isso está escrito em Daniel 9:25: “Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém, até ao Ungido, ao Príncipe, sete semanas e sessenta e duas semanas; as praças e as circunvalações se reedificarão, mas em tempos angustiosos.” O cumprimento dessa parte da profecia, como já afirmamos, deu-se em 457 aC., portanto, nessa data iniciamos a contagem dos 2.300 anos. Mas, por ser essa uma profecia muito importante, ela contém uma chave de confirmação de suas datas. Essa chave são as datas referentes ao batismo e morte de JESUS, que ocorreram no ano 27 e 31, respectivamente, em nossa era. A chave está no verso acima de Daniel 9:25, onde diz que desde aquela ordem de restauração até o Ungido seriam sete mais sessenta e duas semanas, portanto, sessenta e nove semanas, o que dá 483 anos (69 x 7 = 483, em profecia, conforme Números 14:33 e 34 e Exequiel 4:7, um dia corresponde a um ano). Ora, de 457 até o ano 27, em que JESUS foi batizado (ungido), ocorreram exatamente 483 anos. Desse período de tempo, a profecia destacou sete semanas iniciais, ou seja, 49 anos, para a reconstrução de Jerusalém. A reconstrução foi iniciada e reiniciada várias vezes, e concluída no ano 408 aC., portanto, de 457 a 408 ocorreram 49 anos.

Em Daniel 9:26 profetiza que no final daquele tempo de 483 anos (69 semanas) o Messias seria tirado, pois Ele foi crucificado no ano 31. No mesmo versículo já estava prevendo também a destruição de Jerusalém, nas seguintes palavras: “e o povo de um príncipe (imperador romano) que há de vir destruirá a cidade e o santuário (Jerusalém e o templo), e o seu fim será num dilúvio ((muita gente morta), e até ao fim haverá guerra; desolações são determinadas.” Em Daniel 9:27 temos mais detalhes sobre a data da morte de JESUS: “Ele fará firme aliança com muitos, por uma semana; na metade da semana, fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares...” Ou seja, JESUS pregou do ano 27 até o 31, e desse ano em diante, seus discípulos pregaram até o ano 34 entre os Judeus, e desse ano em diante, sendo muito perseguidos pelos próprios judeus, foram pregar ao mundo todo. Portanto, a pregação mais intensa aos judeus deu-se durante uma semana profética, do ano 27 ao ano 34. Na metade da semana, ou seja, no ano 31, JESUS foi crucificado, e do dia da Sua crucificação em diante não mais havia necessidade dos sacrifícios e das ofertas de manjares daqueles rituais que foram estabelecidos antigamente para lembrar que no futuro JESUS viria morrer por todos nós. Essa é a lei que ali foi abolida, a lei das ordenanças. (Efésios 2:15 “aboliu, na sua carne, a lei dos mandamentos na forma de ordenanças...”; Colossenses 2:14 “tendo cancelado o escrito de dívida, que era contra nós e que constava de ordenanças, o qual nos era prejudicial, removeu- o inteiramente, encravando-o na cruz” Hebreus 9:10 “os quais não passam de ordenanças da carne, baseadas somente em comidas, e bebidas, e diversas abluções, impostas até ao tempo oportuno de reforma.”). Portanto, aqui está a confirmação da data inicial da contagem do longo período de 2.300 anos. Ele se iniciam em 457 aC, e contando 483 anos, chega-se ao ano do batismo de JESUS, e mais uma semana profética, então termina o período de 490 anos dado ao povo judeu para que aceitasse JESUS como seu Messias. Na metade dessa última semana, ou seja, dos últimos 7 anos, JESUS foi morto, no ano 31. Exatidão perfeita.

Significativa é a profecia da destruição de Jerusalém, que em Daniel 9 aparece em dois lugares, ou seja, em Daniel 9:26, já visto um pouco antes, e em Daniel 9:27, última parte: “sobre a asa das abominações virá o assolador (imperador romano), até que a destruição, que está determinada, se derrame sobre ele (também o império romano seria destruído).” O Império Romano destruiu Jerusalém no ano 70 dC, a cidade e o templo foram destruídos, e do templo não restou pedra sobre pedra, como mais tarde o próprio JESUS profetizou em Mateus 24:2 “Em verdade vos digo que não ficará aqui pedra sobre pedra que não seja derribada.” Em Lucas 19:44 JESUS diz: “e te arrasarão e aos teus filhos dentro de ti; não deixarão em ti pedra sobre pedra, porque não reconheceste a oportunidade da tua visitação.” Aí Ele se refere ao tempo de oportunidade dado aos judeus como povo (como indivíduos os judeus ainda tem oportunidade de arrependimento), tempo que durou 490 anos, como vimos.

Analisemos ainda Daniel 9:24, onde diz: “Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo e sobre a tua santa cidade, para fazer cessar a transgressão (os 490 anos de oportunidade dados aos judeus para que se arrependessem), para dar fim aos pecados (que parassem com os pecados), para expiar a iniqüidade (purificar dos pecados), para trazer a justiça eterna (fazer o julgamento e distinguir os perdoados dos que não se arrependeram), para selar a visão e a profecia (confirmar as datas da grande profecia) e para ungir o Santo dos Santos (o batismo de JESUS).” Esse verso significa que o povo judeu teria 70 semanas, ou seja, 490 anos, para decidir se preferiam o Messias ou se preferiam manter-se em inimizade com o Messias. Já vimos, esse período também se inicia no ano 457 aC, e conclui-se no ano 34 dC, ano em que Estevão foi morto, ele que era um poderoso pregador do Messias. Desse ano em diante os apóstolos e outros discípulos de JESUS passaram a pregar por todo o mundo, levanto esse evangelho a todas as nações.

O grande período de 2.300 anos, se inicia em 457 aC, confirmam-se pelos anos 27 dC do batismo de JESUS, 31 de sua crucificação, e 34 da morte de Estevão, significando definitiva rejeição da mensagem de JESUS. Desse ano em diante, o evangelho passou a ser pregado aos estrangeiros. O final dos 2.300 anos chega a 1844. Desse ano em diante, se inicia a purificação do santuário celeste, ou seja, o juízo dos homens, que se realiza na corte celestial, do qual o ritual terrestre era apenas uma figura. Quando esse juízo terminar, JESUS volta. Esses são assuntos para futuros estudos.


1. Que haveria antes de JESUS voltar?

II Tessalonicenses 2:1-4 “Irmãos, no que diz respeito à vinda de nosso Senhor Jesus Cristo e à nossa reunião com ele, nós vos exortamos a que não vos demovais da vossa mente, com facilidade, nem vos perturbeis, quer por espírito, quer por palavra, quer por epístola, como se procedesse de nós, supondo tenha chegado o Dia do Senhor. Ninguém, de nenhum modo, vos engane, porque isto não acontecerá sem que primeiro venha a apostasia e seja revelado o homem da iniqüidade, o filho da perdição, o qual se opõe e se levanta contra tudo que se chama Deus ou é objeto de culto, a ponto de assentar-se no santuário de Deus, ostentando-se como se fosse o próprio Deus.”

Atos 20:29-30 “Eu sei que, depois da minha partida, entre vós penetrarão lobos vorazes, que não pouparão o rebanho. E que, dentre vós mesmos, se levantarão homens falando coisas pervertidas para arrastar os discípulos atrás deles.”

2. Que dia guardavam os cristãos apostólicos? Atos 15:21 “Porque Moisés tem, em cada cidade, desde tempos antigos, os que o pregam nas sinagogas, onde é lido todos os sábados.”

3. Que dia guardavam os pagãos?

Deuteronômio 4:19; 17:2-3 “Guarda-te não levantes os olhos para os céus e, vendo o sol, a lua e as estrelas, a saber, todo o exército dos céus, sejas seduzido a inclinar-te perante eles e dês culto àqueles, coisas que o SENHOR, teu Deus, repartiu a todos os povos debaixo de todos os céus. e “Quando no meio de ti, em alguma das tuas cidades que te dá o SENHOR, teu Deus, se achar algum homem ou mulher que proceda mal aos olhos do SENHOR, teu Deus, transgredindo a sua aliança, que vá, e sirva a outros deuses, e os adore, ou ao sol, ou à lua, ou a todo o exército do céu, o que eu não ordenei.” O domingo é dia de adoração do sol, como faziam os antigos e modernos pagãos.

Jeremias 8:1, 2 “Naquele tempo, diz o SENHOR, lançarão para fora das suas sepulturas os ossos dos reis e dos príncipes de Judá, os ossos dos sacerdotes e dos profetas e os ossos dos habitantes de Jerusalém; espalhá-los-ão ao sol, e à lua, e a todo o exército do céu, a quem tinham amado, e a quem serviram, e após quem tinham ido, e a quem procuraram, e diante de quem se tinham prostrado; não serão recolhidos, nem sepultados; serão como esterco sobre a terra.”

Os pagãos adoravam o sol. Os Egípcios construíram a cidade de Eliópolis, cidade do sol, onde se adorava o sol, e ali construíram os ‘obeliscos’, monumentos ao sol, simbolizando a petrificação do raio de sol do meio dia.

4. Qual o dia do Sol? Resposta: o domingo - Inglês – Sunday (dia do Sol); Alemão – Sonntag (dia do Sol)

5. Quem ordenou a guarda do domingo?

Resposta: Constantino, em 321 DC. – “Que todos os juízes, e todos os habitantes da cidade, e todos os mercadores e artífices descansem no venerável dia do Sol.” (Édito de Constantino, 03/07/321: Codex Theodosianus II, 8, ed. Th. Mommsen 12, 87; Codex Iustiniani, 3, 12, 2, ed. P. Kruger, 248, In.: Dies Domini, p. 70)

6. Quem ordenou o sábado? Êxodo 20:8-11 Ver a passagem no estudo XV, pergunta 5. Foi DEUS que ordenou, Ele é o legislador, e Ele, como legislador nunca alterou a Sua Lei dos Dez Mandamentos.

7. A quem devemos obedecer? Atos 5:29 Antes, importa obedecer a Deus do que aos homens.”

8. Aceita DEUS adoração de alguém que segue doutrina de homens? Mateus 15:9 e 13 E em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homens. ... Ele, porém, respondeu: Toda planta que meu Pai celestial não plantou será arrancada.”

9. Que promessas faz DEUS?

Salmo 37:25 “Fui moço e já, agora, sou velho, porém jamais vi o justo desamparado, nem a sua descendência a mendigar o pão.”

Filipenses 4:19 “E o meu Deus, segundo a sua riqueza em glória, há de suprir, em Cristo Jesus, cada uma de vossas necessidades.”

Obs. O domingo não pertence à Igreja Católica nem aos protestantes, mas aos pagãos, principalmente os egípcios, os babilônios, e os romanos, que desde os tempos remotos veneravam o sol nesse dia. No Egito, as pirâmides e os obeliscos estavam associados com a adoração ao sol. Os obeliscos significam reverência ao sol como deus, inclusive o que atualmente se encontra na Santa Sé. Mais tarde também os Maias, o México e os Japoneses adoraram o sol. Na realidade, de uma forma ou de outra, todos os povos não cristãos adoravam o sol, por dar a luz para a vida. Trata-se a um culto que sempre esteve relacionado à mentira e à violência, voltado contra o DEUS Criador de todas as coisas. Note que antes do primeiro dia da semana nada havia sido criado, portanto, pela santificação desse dia, adora-se a satanás, que não é capaz de criar, pois é uma simples criatura.

Sugestão: Façamos como S. Pedro e Maria, mãe de JESUS, que santificaram o dia de sábado.

Comentário anexo: Não há em toda a Bíblia nenhuma autorização para se guardar e santificar o domingo. Fazendo assim, as pessoas agregam-se aos pagãos que não conhecem o DEUS Criador que se revelou em Sua Palavra escrita, a Bíblia.


quarta-feira, 19 de outubro de 2011

A restauração da verdade - I

1. Daniel teve uma importante visão, o que ele viu? Daniel 8:1-9 “No ano terceiro do reinado do rei Belsazar, eu, Daniel, tive uma visão depois daquela que eu tivera a princípio. Quando a visão me veio, pareceu-me estar eu na cidadela de Susã, que é província de Elão, e vi que estava junto ao rio Ulai. Então, levantei os olhos e vi, e eis que, diante do rio, estava um carneiro, o qual tinha dois chifres, e os dois chifres eram altos, mas um, mais alto do que o outro; e o mais alto subiu por último. Vi que o carneiro dava marradas para o ocidente, e para o norte, e para o sul; e nenhum dos animais lhe podia resistir, nem havia quem pudesse livrar-se do seu poder; ele, porém, fazia segundo a sua vontade e, assim, se engrandecia. Estando eu observando, eis que um bode vinha do ocidente sobre toda a terra, mas sem tocar no chão; este bode tinha um chifre notável entre os olhos; dirigiu-se ao carneiro que tinha os dois chifres, o qual eu tinha visto diante do rio; e correu contra ele com todo o seu furioso poder. Vi-o chegar perto do carneiro, e, enfurecido contra ele, o feriu e lhe quebrou os dois chifres, pois não havia força no carneiro para lhe resistir; e o bode o lançou por terra e o pisou aos pés, e não houve quem pudesse livrar o carneiro do poder dele. O bode se engrandeceu sobremaneira; e, na sua força, quebrou-se-lhe o grande chifre, e em seu lugar saíram quatro chifres notáveis, para os quatro ventos do céu. De um dos chifres saiu um chifre pequeno e se tornou muito forte para o sul, para o oriente e para a terra gloriosa.”

a) Um carneiro com dois chifres – O império Medo-Persa, a Pérsia tornou-se, mais tarde, o poder dominante, o chifre mais alto que subiu por último. Ciro conquistou a Líbia em 547 aC e a Babilônia em 539. Cambises estendeu as conquistas em direção do sul, ao Egito e Etiópia, em 525. Territorialmente, tornou-se maior que o anterior império babilônico.

b) Um bode com um chifre – É a Grécia de Alexandre, que veio do ocidente em relação ao império Persa. As conquistas de Alexandre foram velozes. O chifre notável era o próprio Alexandre, seu primeiro rei. Mas Alexandre morreu cedo, aos 32 anos, e foi dividido entre seus 4 generais.

c) Um chifre grande – Esse foi Alexandre, O Grande, o primeiro rei da Grécia.

d) Quatro chifres pequenos – Os 4 generais de Alexandre que dividiram o reino da Grécia entre si. Os 4 generais foram: Lisímaco, Cassandro, Seleuco e Ptolomeu.

e) Um chifre pequeno que saiu de um dos quatro e cresceu muito e se tornou arrogante – Significa o império romano, que veio de um dos 4 pontos cardeais, do ocidente, e saiu de um dos reinos divididos do que restou do império grego, e que, mais tarde, deu o seu poder à Igreja Católica, dando sucessão ao poder pagão romano, herdado do paganismo aos demais reinos anteriores. Portanto, este pequeno chifre representa o Império Romano e a posterior Igreja Católica, como sua sucessora.

2. Que queria Daniel entender?

Daniel 8:15 “Havendo eu, Daniel, tido a visão, procurei entendê-la, e eis que se me apresentou diante uma como aparência de homem. (Daniel queria entender a visão, o seu significado)

3. Qual é o significado da visão? Daniel 8:20 a 22 – “Aquele carneiro com dois chifres, que viste, são os reis da Média e da Pérsia; mas o bode peludo é o rei da Grécia; o chifre grande entre os olhos é o primeiro rei; o ter sido quebrado, levantando-se quatro em lugar dele, significa que quatro reinos se levantarão deste povo, mas não com força igual à que ele tinha.”

a) Daniel 8:20 – carneiro: Medo Pérsia – 538-331 AC

b) Daniel 8:21 – bode: Grécia331 AC

c) Daniel 8:21 – chifre grande – Alexandre

d) Daniel 8:22 – 4 chifres – 4 reinos - Alexandre morreu em 323 AC., seus quatro generais (Cassandro, Lisímaco, Seleuco e Ptolomeu) dividiram o reino entre si, dos quais surgiram: Roma, Grécia, Síria e Egito.

e) Daniel 8:23 – Um rei. A Bíblia não identifica esse rei pelo nome, mas diz o que haveria de fazer. “Mas, no fim do seu reinado, quando os prevaricadores acabarem, levantar-se-á um rei de feroz catadura (isto é, muito cruel) e especialista em intrigas.” (Esse rei duríssimo é a instalação do poder papal, especialista em dominação e imposição de doutrinas tiradas não da Bíblia, mas do paganismo antigo. As intrigas referem-se a capacidade do Vaticano obter motivos para fazer perseguir e matar, como as Cruzadas e a Inquisição.)

4. Que haveria de fazer esse rei?

a) Daniel 8:10, 24 – Destruir o povo santo Cresceu até atingir o exército dos céus; a alguns do exército e das estrelas lançou por terra e os pisou.” e “Grande é o seu poder, mas não por sua própria força; causará estupendas destruições, prosperará e fará o que lhe aprouver; destruirá os poderosos e o povo santo.”

Essa igreja cresceu em arrogância a ponto de colocar uma pessoa, o papa, supostamente em lugar de DEUS na Terra e no Céu. Destruiu quase por completo a verdadeira adoração pelas radicais alterações que fez, dominou sobre os países e sobre os adoradores do Criador que adoram conforme a Bíblia, os quais perseguiu até quase exterminá-los, como foi durante 1.260 anos (538 a 1798) da Idade Média. Atenção, isso logo se repetirá, conforme a profecia de Apocalipse 13. A igreja na Idade Média o recebeu o poder do Império Romano, em nossos dias, receberá, ou já está recebendo, dos Estados Unidos, que já estão praticamente falando como o dragão, preparando-se para dar o poder à Igreja Católica. Quando isso ocorrer, então sua ferida estará curada, e poderá dominar outra vez sobre os povos da Terra, mas dessa vez, por pouco tempo. Falar como o dragão significa legislar em favor do domingo, como fez o Império Romano, emitindo decretos para impor a santificação do domingo, um dia pagão de adoração, não um dia cristão para ser santificado. Nisso a Igreja também se fez grande como até o Céu. Mas tais coisas jamais foram aprovadas por DEUS, não consta na Bíblia que o dia de sábado, - instituído junto com a criação, conforme Gênesis 2:1 a 3, - fosse alterado para o domingo.

b) Daniel 8:11, 25 e I Timóteo 2:5 – Falar contra JESUS “Sim, engrandeceu-se até ao príncipe do exército; dele tirou o sacrifício diário e o lugar do seu santuário foi deitado abaixo.” e “Por sua astúcia nos seus empreendimentos, fará prosperar o engano, no seu coração se engrandecerá e destruirá a muitos que vivem despreocupadamente; levantar-se-á contra o Príncipe dos príncipes, mas será quebrado sem esforço de mãos humanas.” e “Porquanto há um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem.”

Engrandecer-se até o príncipe do exército é fazer-se semelhante a JESUS, tal como satanás sempre quis ser Ele mesmo disse: “serei semelhante ao Altíssimo” (Isaías 14:14). Na pessoa do papa concretizou seu sonho. Tirar o sacrifício diário relaciona-se com o serviço de sacerdócio que JESUS realiza no santuário do Céu, substituindo a Sua intercessão por Maria. A Igreja Católica vem cada vez mais diminuindo a importância de JESUS e engrandecendo a de Maria, que pela Bíblia não é quem intercede por nós. Pela Bíblia é JESUS que nos salva, ninguém mais. Deitar o santuário por terra significa a anulação do significado do santuário celestial, substituindo-o por rituais terrestre, como a concessão do perdão dos pecados por sacerdotes humanos. O único que morreu por nós foi JESUS, portanto, só Ele pode interceder por nós e nos perdoar para sermos dignos de receber a vida eterna, e isso é o que Ele faz agora no santuário celeste. Porém, a Igreja Católica, em seu meio, anulou essa verdade bíblica, a por essa forma, impede a seus fiéis alcançarem a salvação, vinculando-os a Maria, que não morreu pelos pecados da humanidade. Na verdade,segundo a Bíblia, Maria está morta, mas JESUS está vivo, trabalhando no santuário celeste.

c) Daniel 8:12 - Deitar por terra a verdade “O exército lhe foi entregue, com o sacrifício diário, por causa das transgressões; e deitou por terra a verdade; e o que fez prosperou.”

Deitar a verdade por terra refere-se a substituição de doutrinas bíblicas por doutrinas pagãs. Exemplos mais gritantes: a Igreja Católica diz que a alma não morre, tal como diz o paganismo e o espiritismo. Sobre isso há estudo pela frente, o de número 19. Outra verdade deitada por terra é a Lei de DEUS, os Dez Mandamentos, que foram mutilados e alterados em nome da tradição. O que DEUS escreveu com Seu dedo, a igreja alterou com a desculpa da tradição. Ao longo dos séculos introduziu muitas crendices e dogmas que não existem na Bíblia. Exemplos: adoração pelos mortos; batismo infantil; adoração a santos a Maria, enquanto que devemos adorar somente a DEUS; o tormento eterno do inferno; o purgatório; a missa e a transubstanciação; a confissão auricular; a penitência; as indulgências; a infalibilidade papal; a imortalidade da alma; a justificação pelas obras, e muito mais. Essas são alguns dos dogmas que não tem fundamento bíblico, mas cuja intromissão no cristianismo foi prevista pela profecia acima.

d) Daniel 7:25 - Tentar mudar a Lei (Dez Mandamento) de DEUS “Proferirá palavras contra o Altíssimo, magoará os santos do Altíssimo e cuidará em mudar os tempos e a lei; e os santos lhe serão entregues nas mãos, por um tempo, dois tempos e metade de um tempo.”

Esse versículo é o centro das mudanças que o poder da ponta pequena faria: mudar a Lei de DEUS, os Dez Mandamentos, alegando para isso ter a autoridade da tradição. Só DEUS pode legislar, ninguém mais no Universo tem tal autoridade, muito menos homens pecadores. A Igreja fez a mudança do sábado para o domingo sem base bíblica. Sobre isso, há estudos mais adiante, os de número 15, 16 e 17. Os tempos foram alterados conforme crê o paganismo, e os dias, que pela Bíblia muda ao por do sol, passaram a mudar à meia-noite. No passado inclusive foi tentada uma semana de duração diferente a de sete dias. Um tempo, dois tempos e meio tempo são, em profecia, 1.260 anos, que ainda estudaremos, e que se estenderam de 538 a 1798, o grande período de supremacia papal.

5. Qual a pergunta que surgiu? Daniel 8:13 “Depois, ouvi um santo que falava; e disse outro santo àquele que falava: Até quando durará a visão do sacrifício diário e da transgressão assoladora, visão na qual é entregue o santuário e o exército, a fim de serem pisados?”

Duraria, como já vimos, 2.300 anos. Há uma explicação em anexo, mais adiante. Nesse tempo o sistema papal consolidou um sistema pagão de adoração mas com um rótulo cristão. Assim o santuário lhe foi entregue e pisado. O sacrifício diário que fala refere-se à intercessão de JESUS como nosso Sumo Sacerdote no Céu, do qual a Igreja Católica desviou as atenções, voltando-as para Maria, para os santos e para os sacerdotes que teriam poder para perdoar os pecados, o que só JESUS possui.


Fonte: Cristo voltará

Oganização: Prof. Sikberto Marks

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

A Profecia da Sucessão dos Imperios

1. Por que Nabucodonosor, rei de Bebilônia, ficou perturbado?

Daniel 2:1 “No segundo ano do reinado de Nabucodonosor, teve este um sonho; o seu espírito se perturbou, e passou-se-lhe o sono.”

(Sonhou e esqueceu, mas lhe parecia ser algo como uma revelação muito importante)

2. Quem foi convocado e o que ocorreu?

Daniel 2:2-9 “Então, o rei mandou chamar os magos, os encantadores, os feiticeiros e os caldeus, para que declarassem ao rei quais lhe foram os sonhos; eles vieram e se apresentaram diante do rei. Disse-lhes o rei: Tive um sonho, e para sabê-lo está perturbado o meu espírito. Os caldeus disseram ao rei em aramaico: Ó rei, vive eternamente! Dize o sonho a teus servos, e daremos a interpretação. Respondeu o rei e disse aos caldeus: Uma coisa é certa: se não me fizerdes saber o sonho e a sua interpretação, sereis despedaçados, e as vossas casas serão feitas monturo; mas, se me declarardes o sonho e a sua interpretação, recebereis de mim dádivas, prêmios e grandes honras; portanto, declarai-me o sonho e a sua interpretação. Responderam segunda vez e disseram: Diga o rei o sonho a seus servos, e lhe daremos a interpretação. Tornou o rei e disse: Bem percebo que quereis ganhar tempo, porque vedes que o que eu disse está resolvido, isto é: se não me fazeis saber o sonho, uma só sentença será a vossa; pois combinastes palavras mentirosas e perversas para as proferirdes na minha presença, até que se mude a situação; portanto, dizei-me o sonho, e saberei que me podeis dar-lhe a interpretação”

(Os conselheiros do rei não souberam responder)

3. Que confessaram os sábios?

Daniel 2:10, 11 “Responderam os caldeus na presença do rei e disseram: Não há mortal sobre a terra que possa revelar o que o rei exige; pois jamais houve rei, por grande e poderoso que tivesse sido, que exigisse semelhante coisa de algum mago, encantador ou caldeu. A coisa que o rei exige é difícil, e ninguém há que a possa revelar diante do rei, senão os deuses, e estes não moram com os homens.”

(Eles se declararam incapazes de descobrir o sonho que o rei havia esquecido)

4. Que fez o Rei?

Daniel 2:12 “Então, o rei muito se irou e enfureceu; e ordenou que matassem a todos os sábios da Babilônia.”

(Decretou-lhes a morte, pois o rei via que por eles logo seria enganado, que eles queriam inventar alguma história em lugar do sonho, e assim, dar uma interpretação falsa, e enganar o rei)

5. Quem buscaram primeiro para ser morto?

Daniel 2:13, 14 “Saiu o decreto, segundo o qual deviam ser mortos os sábios; e buscaram a Daniel e aos seus companheiros, para que fossem mortos. Então, Daniel falou, avisada e prudentemente, a Arioque, chefe da guarda do rei, que tinha saído para matar os sábios da Babilônia.”

6. Onde Daniel encontrou salvação?

Daniel 2:18-24 Daniel solicitou tempo “para que pedissem misericórdia ao Deus do céu sobre este mistério, a fim de que Daniel e seus companheiros não perecessem com o resto dos sábios da Babilônia. Então, foi revelado o mistério a Daniel numa visão de noite; Daniel bendisse o Deus do céu. Disse Daniel: Seja bendito o nome de Deus, de eternidade a eternidade, porque dele é a sabedoria e o poder; é ele quem muda o tempo e as estações, remove reis e estabelece reis; ele dá sabedoria aos sábios e entendimento aos inteligentes Ele revela o profundo e o escondido; conhece o que está em trevas, e com ele mora a luz. A ti, ó Deus de meus pais, eu te rendo graças e te louvo, porque me deste sabedoria e poder; e, agora, me fizeste saber o que te pedimos, porque nos fizeste saber este caso do rei. Por isso, Daniel foi ter com Arioque, ao qual o rei tinha constituído para exterminar os sábios da Babilônia; entrou e lhe disse: Não mates os sábios da Babilônia; introduze-me na presença do rei, e revelarei ao rei a interpretação.”

(Na prece, em casa, orando a DEUS, que nunca desampara uma pessoa sincera que n’Ele confia)

7. Qual o sonho?

Daniel 2:31-35 “Tu, ó rei, estavas vendo, e eis aqui uma grande estátua; esta, que era imensa e de extraordinário esplendor, estava em pé diante de ti; e a sua aparência era terrível. A cabeça era de fino ouro, o peito e os braços, de prata, o ventre e os quadris, de bronze; as pernas, de ferro, os pés, em parte, de ferro, em parte, de barro. Quando estavas olhando, uma pedra foi cortada sem auxílio de mãos, feriu a estátua nos pés de ferro e de barro e os esmiuçou. Então, foi juntamente esmiuçado o ferro, o barro, o bronze, a prata e o ouro, os quais se fizeram como a palha das eiras no estio, e o vento os levou, e deles não se viram mais vestígios. Mas a pedra que feriu a estátua se tornou em grande montanha, que encheu toda a terra.”

(O sonho era uma estátua, com cabeça de ouro, peito e braços de prata, o ventre e os quadris de bronze, pernas de ferro, e pés de uma mistura de ferro e barro, e veio uma pedra e destruiu tudo.)

8.Qual a interpretação?

Daniel 2:36-40 “Este é o sonho; e também a sua interpretação diremos ao rei. Tu, ó rei, rei de reis, a quem o Deus do céu conferiu o reino, o poder, a força e a glória; a cujas mãos foram entregues os filhos dos homens, onde quer que eles habitem, e os animais do campo e as aves do céu, para que dominasses sobre todos eles, tu és a cabeça de ouro. Depois de ti, se levantará outro reino, inferior ao teu; e um terceiro reino, de bronze, o qual terá domínio sobre toda a terra. O quarto reino será forte como ferro; pois o ferro a tudo quebra e esmiúça; como o ferro quebra todas as coisas, assim ele fará em pedaços e esmiuçará.” Esse sonho se trata de uma profecia muito importante dada por DEUS. Isso foi revelado antes de acontecer, durante o reino de Babilônia. O sonho foi no início do reinado de Nabucodonosor, por volta do ano 605 aC. A profecia revela séculos e séculos antes dos fatos, qual seria a seqüência dos reinos, até o fim dos tempos. Abaixo está o que aconteceu, comprovado pela história.

a) Ouro – Babilônia – 605 a 539 A C

b) Prata – Medo-Pérsia – 538 a 331 A C

c) Bronze – Grécia – 331 a 168 A C

d) Ferro – Roma – 168 A C a 476 D C

9. Que aconteceria a Roma?

Daniel 2:41 “Quanto ao que viste dos pés e dos artelhos, em parte, de barro de oleiro e, em parte, de ferro, será esse um reino dividido; contudo, haverá nele alguma coisa da firmeza do ferro, pois que viste o ferro misturado com barro de lodo.”

(Seria dividida. Inicialmente o Império Romano Ocidental foi dividido em 10 pequenos reinos. O que antes era Roma, hoje são os países da Europa.)

10. O que aconteceria com a Europa?

Daniel 2:43 “Quanto ao que viste do ferro misturado com barro de lodo, misturar-se-ão mediante casamento, mas não se ligarão um ao outro, assim como o ferro não se mistura com o barro.”

(A Europa vem tentando, há séculos, tornar-se outra vez uma só nação, um só império. Tentou no passado por casamentos, tenta no presente pela União Européia, mas isso não chegará a completar-se. Está previsto na profecia.)

11. Por que foi dado o sonho?

Daniel 2:28 “Mas há um Deus no céu, o qual revela os mistérios, pois fez saber ao rei Nabucodonosor o que há de ser nos últimos dias.”

(DEUS revelou por intermédio de um sonho o que iria acontecer ao longo da história e no tempo do fim que são os nossos dias.)

12. Que acontecerá no fim dos dias?

Daniel 2:44 “Mas, nos dias destes reis, o Deus do céu suscitará um reino que não será jamais destruído; este reino não passará a outro povo; esmiuçará e consumirá todos estes reinos, mas ele mesmo subsistirá para sempre”

(DEUS estabelecerá um reino eterno e perfeito, ou seja, nesses dias em que estariam tentando unir a Europa, JESUS volta outra vez; nós estamos vivendo nesses dias, e essas são as últimas coisas que foram reveladas ao rei Nabucodonosor.)

Sugestão: Confiar na palavra profética, conferir as profecias com a história e os fatos para discernir os tempos em que estamos vivendo. Por esta profecia, e muitas outras, sabemos que JESUS está muito próximo de voltar outra vez a este planeta, conforme prometeu.

Perguntas complementares:

a) O que garantiu ao rei que a revelação de Daniel era fiel? (Hoje, além dessa garantia, temos a história que comprova toda a parte da profecia que já se cumpriu.)

b) Qual foi a seqüência de reinos revelada pela profecia?

c) E os livros de história, comprovam o que foi profetizado?

d) No que resultou o império romano?

e) O que quer dizer “nos dias destes reis, o Deus do céu suscitará um reino que não será jamais destruído”?

Comentário anexo:

Essa profecia tem uma chave de confiabilidade. O rei sonhou, mas esqueceu. No verso 3 de Daniel cap. 2, o rei diz: “Tive um sonho; e para sabê-lo está perturbado o meu espírito.” Portanto, quem lhe revelasse o sonho, também poderia revelar a sua interpretação, e isso seria confiável, pois o rei relembraria o sonho, e teria assim confiança para crer na revelação e em seu significado. O esquecimento do sonho, por certo, foi uma providência de DEUS para garantir a confiabilidade dessa importantíssima profecia. Essa chave de confiabilidade se estende a todas as demais profecias vinculadas a essa.

Todos os sábios do rei falharam na revelação do sonho. Mas Daniel, que era fiel ao Criador, que enviara o sonho a Nabucodonosor, por providência divina, revelou não só o sonho, mas também deu a interpretação. O rei pode crer na veracidade da interpretação. o tempo e a história confirmou tudo. O pouco que falta se cumprir, também não vai falhar.


Fonte: Cristo voltará

Oganização: Prof. Sikberto Marks

domingo, 25 de setembro de 2011

Profecias que já se cumpriram - parte II

- A profecia das sete igrejas, que se refere a história da igreja de Deus antecipadamente descrita. Apocalipse cap. 2 e 3.

Esta profecia encontra-se em Apocalipse capítulo 2 e 3. Apresentamos apenas as informações mais importantes a respeito. Esta profecia pode ser melhor estudada em diagrama que está disponível aos interessados.

Primeira igreja: Éfeso, de 34 a 100 - Boas obras;

Segunda igreja: Esmirna, de 100 a 313 - Igreja perseguida;

Terceira igreja: Pérgamo, de 313 a 538 - Igreja popularizada;

Quarta igreja: Tiatira, de 538 a 1517 - Igreja deturpada;

Quinta igreja: Sardes, de 1517 a 1833 - Reforma espiritual;

Sexta Igreja: Filadélfia, de 1833 a 1844 Igreja missionária;

Sétima igreja: Laodicéia, de 1844 até o fim - Igreja morna.

- A profecia dos sete selos, que se refere à natureza da luta em que se envolvem as respectivas igrejas.

Esta profecia encontra-se em Apocalipse capítulo 6. Como a anterior, serão apresentadas apenas informações importantes. Também pode ser melhor estudado no diagrama acima mencionado.

Primeiro selo - cavalo branco: de 34 a 100 - pureza;

Segundo selo - cavalo vermelho: de 100 a 313 - perseguição;

Terceiro selo - cavalo preto: de 313 a 538 - apostasia;

Quarto selo - cavalo amarelo: de 538 a 1517 - trevas espirituais;

Quinto selo - reforma espiritual: de 1517 a 1755 - almas em baixo do altar;

Sexto selo - mensagem do advento: de 1755 a ... - sinais do fim;

Sétimo selo Apoc 8:1 - é a segunda vinda de Jesus Cristo, que não se cumpriu ainda, como sabemos.

As sete trombetas, que se refere as guerras de natureza política mas com conseqüências no mundo religioso. Igualmente apenas faremos referência. Pode ser estudado em diagrama. Apoc. 8: 6-13; 9:1-21; 10:15-19.

Primeira trombeta: Invasão da Europa pelos Godos comandados por Alarico (Apoc. 8:6-7), com destruição de Roma.

Segunda trombeta: Invasão pelos Vândalos de Genserico, vindo pelo mar e destruindo Roma em 455, saquendo-a por 14 dias e posterior destruição da esquadra naval com morte de 1/3 do exército romano, cerca de 30.000 soldados.

Terceira trombeta: Invasão pelos Hunos de Átila, que em 452, na batalha às margens do Marne, eliminou 150.000 soldados romanos.

Quarta trombeta: Invasão dos Érulos de Odoacro, que destruiu definitivamente o Império Romano Ocidental, em 476, sendo deposto Rômulo, o último dos Césares.

Quinta trombeta: Período de muitas guerras, onde se distinguiram as conquistas dos Sarracenos, Maomé e os Otomanos, e que culminou com a Queda de Constantinopla, em 1453, e o fim do Império Romano Oriental. Terminou de todo o império romano.

Sexta trombeta: Foi o período de supremacia turca e árabe, e que terminou em 11 de agosto de 1840 com o fim da supremacia turca e a queda do império otomano.

Sétima trombeta, está em vigor, com nações iradas e preparo para o fim do mundo e segunda volta de Cristo.

- O escurecimento do Sol e da Lua e a chuva de meteoritos

Marcos 13:24 e 25; Isaias 13:10; Ezequiel 32:7; Joel 2:10; 11 e 30 a 32; Apoc 6;12 a 14; Lucas 21:25. Isto se cumpriu, quanto em 19/05/1780 ocorreu o escurecimento do Sol e a noite a Lua ficou como saco de silício, e em 13/11/1833 ocorreu a chuva de meteoritos, na América do Norte.

- O movimento religioso do séc. XIX, previsto no cap. 10 de Apocalipse.

- As duas testemunhas (velho e novo testamentos) oprimidas pelo papado, Apoc. 11:3-6.

- As duas testemunhas mortas pela França, Apoc. 11:7-14.

As profecias de Apocalipse 12

Apenas apresentamos os tópicos mais relevantes.

- A vitória de Cristo contra Satanás na Terra, (v. 1-5).

- A Igreja no deserto perseguida pelo papado, (v. 6-15).

- A reforma do séc. XVI (v. 16).

- Dragão vermelho (v. 3 - 4): representa o Império Romano e Satanás;

- tinha 7 cabeças (3 - 4): os fortes poderes romanos;

- dez chifres (3 - 4): divisão do império romano em 10 reinos, formando a Europa;

- cauda de dragão (3 - 4): representa a força do poder romano;

- parou diante da mulher (3 - 4): representa Herodes que quis matar Jesus;

- deu luz a um filho (5): Maria gerou a Jesus;

- a mulher fugiu para o deserto (6): Maria, com José, fugiram para o Egito escapando de Herodes;

- outra vez a mulher foi sustentada no deserto, por 1 tempo (1 ano profético), tempos (2 anos proféticos) e metade de um tempo (meio ano profético) perfazendo 1260 anos literais: Trata-se da grande perseguição que a Igreja católica empreendeu contra os seguidores da Bíblia, por 1260 anos, Idade Média, de 538 a 1798. Em 538, o Edito de Justiniano punia com pena de morte aos que não obedecessem o Bispo de Roma. Neste ano (538) foi estabelecido o Papa em Roma. Durante o Séc. V, aplica-se com todo o rigor a guarda do Domingo, até então muitos católicos ainda observavam o Sábado. Em 787, o Concílio de Nicéia estabelece o culto às imagens. Em 800, a lei dominical de Carlos Magno proíbe trabalho no Domingo. Em 1229 estabeleceu-se o tribunal da inquisição, que durou 500 anos. No Séc XII surgem os reformadores, movimento que culminou com o Protesto de Spira em 19/04/1529 e com a pregação das 95 teses de Lutero, em 31/10/1517, contra Roma. Em 1773, ocorreu o fim da grande perseguição (aqueles dias foram abreviados) e em 1798 cai o Papa pela espada de Napoleão.

- O dragão irou-se (outra vez) contra a mulher (igreja) (17): novamente, no fim da história, a igreja do Papa promoverá perseguição aos que guardam a Bíblia.

As profecias de Apocalipse 13

A primeira besta ou o papado na Idade Média, Apoc. 13:1-10.

- A besta que saiu do mar (Europa, onde tem muita gente), que tinha 7 cabeças e 10 chifres (v.7): Interpretação idem a Apoc 7:3 a 4.

- A besta é ferida de morte (3 a 4): Em 10/02/1798, Napoleão Bonaparte depos o Papa, que morreu em 29/08/1799.

- A chaga mortal foi curada (3 e 4): Em 14/03/1800 foi eleito novo Papa, Pio VII;

- e toda a terra se maravilhou após a besta (3 a 4): O mundo todo, cada vez mais, admira o papa, desde o seu reestabelecimento.

- Fez guerra contra os santos (5 - 10): Novamente referindo-se a grande perseguição já mencionada anteriormente, por 1260 anos, de 538 a 1798.

A segunda besta ou os Estados Unidos, Apoc. 13:11.

- A besta que subiu da terra (11): Veio da terra, onde haviam na época poucos habitantes, ou seja, a América do Norte. Trata-se dos Estados Unidos da América, cuja independência foi proclamada em 04/07/1776, firmando-se como a nação mais poderosa do mundo.

- Tinha dois chifres de cordeiro (11): Representa a liberdade civil e religiosa nos EUA, garantidas pela constituição.

- Falava como o dragão (Satanás) (11): Por fim, os EUA falarão do mesmo modo como o papado, unindo-se a ele. É a atual união do protestantismo com a Igreja Católica, em breve com o apoio formal do estado americano. Os EUA darão força ao papado.

- Exercerá o poder da primeira besta (12): Fará o que o papado fez durante os 1260 anos. (é futuro próximo)

- Para adorar a primeira (papado) besta (12): Confirma a aliança dos EUA com o Vaticano. (é futuro próximo)

- Grandes sinais (13): Trata-se das maravilhas e prodígios realizados pelo espiritismo, que também se une ao catolicismo. Isto já é uma realidade hoje.

- Engana os que habitam na terra (14): Novamente voltarão os protestantes a seguir os preceitos da Igreja Católica, o que aliás já ocorre a tempo. O protestantismo (dos reformadores) foi esquecido pelos protestantes. É o atual ecumenismo ou união das igrejas, unindo catolicismo, protestantismo e espiritismo.

- Morte aos que não adorassem a imagem da besta (15): O protestantismo é a imagem (semelhança) da besta (papado), que unido ao estado (assim se concede vida a imagem da besta, que recebe poder formal), repetirá o que ocorreu na grande perseguição dos 1260 anos.

- Impondo o sinal da besta (16 e 17): O sinal da besta é a guarda do Domingo, não bíblico, instituído pelo Edito de Constantino, em 07/03/321, como o dia do Sol, que o papado sancionou mais tarde como o “dia do Senhor”. Foi adotado pelo protestantismo no século 17. Os EUA decretarão a imposição da guarda do Domingo.

- Número da besta (18) - 666: refere-se ao Papa, identificado na inscrição constante em sua coroa, comparada com os números romanos, ou seja: V (5); I (1); C (100); A: R: I (1); V (5); S; F; I (1); L (50); I (1); I (1); D (500); E; I (1); PERFAZENDO 666 DE APOC 13:18.

- A grande Babilônia do Apocalipse, cap. 17.

A maior parte destas profecias já se cumpriu ou está em pleno cumprimento. Pouco delas está pela frente.

- Sobre os oponentes de Deus e seu povo - Em Apocalipse

Roma e as nações modernas: Caps. 8; 9 e 11:15;

O Papado, na idade média e futuro: Caps. 13; 12; 11:3-6;

A revolução francesa inimiga da Bíblia: Cap. 11

O protestantismo norte-americano: Cap. 13:11-18

A grande Babilônia: Caps. 14:8; 18:1-4; 17; 16:13.



Fonte: Cristo voltará

Organização: Prof. Sikberto R. Marks

domingo, 18 de setembro de 2011

Profecias que já se cumpriram - parte I

-Do cativeiro dos judeus

Sua predição: Deut.: 28:36; I Reis 14:15; Isaias 39:7; Jeremias 13:19; 25:8 a 12; Amós 7:11; Lucas 21:24.

Seu Cumprimento: II Reis 15:29; 17:6; 18:11; 24:14; 25:11; II Crôn. 28:5. O cativeiro durou de 606 a 538 aC.

- Da conversão dos gentios

Passagens em que foi profetizada: Gên. 22:18; Salmos 22:27; 86:9; Isaias 9:2; 49:6; 60:3; Daniel 7:14; Oséias 2:23; Efésios 3:6.

Exemplos do cumprimento: Atos 2:41; 2:47; 4:4; 5:14; 6:7; 9:31; 11:1, 21 e 24; 13:12 e 48; 14:1; 15:7; 16:5 e 33-34; 17:4; 18:6 e 8; 28:28; Apoc. 11:15

- Da destruição de Babilônia

Profecias: Salmo 137:8; Isaias 13:19; 14:22; 21:9; 43:14; 47:1; 48:14; Jeremias 25:12; 50:1, 51:1; Daniel 2:37 a 39; 5:26 a 28.

Babilônia foi conquistada pelos Medo Persas em 539 aC, sendo destruída em parte por Xerxes mais tarde, estando em completa ruína na época de 20 aC. Conforme a profecia, nunca mais foi reconstruída.

A mesma profecia refere-se também à babilônia espiritual, o grande poder religioso no fim dos tempos, como se pode ver em Apoc. cap 18 e 19.

- Da destruição de Jerusalém

Isaias 3:1; Jeremias 9:11; 19:8; 21:10; 25:18; Amós 2:5; Miquéias 3:12; Mateus 23:37 e 38; 24:15 a 21; Lucas 19:43 e 44; 21:24.

Jerusalém foi destruída em 70 dC.

- O grande período profético dos 2.300 anos de 457 aC a 1844.

Foi profetizado através de Daniel, que haveria um período de 2.300 anos, que se iniciaria no ano 457 aC, com o decreto da reconstrução de Jerusalém (Dan. 9:25) e concluiria com o início do juízo investigativo no céu, em 1844. Dan 8:14. Este grande período divide-se em sub-períodos.

Primeiro sub-período, de 490 anos, que se inicia em 457 aC e termina em 34 da nossa era. Foi destinado ao povo judeu para que aceitasse a Jesus Cristo (Atos 8:1 a 3 e 26:9 a 12), que como se sabe, com a apedrejamento de Estevão, em 34, rejeitaram de vez o evangelho. Nesse ano inicia-se outro sub-período de 1810 anos, até 1844, de pregação do evangelho aos gentios (não judeus) (Atos 13:46 e Dan 8:14). O primeiro sub-período divide-se em outros períodos menores, como, os 49 anos, de 457 aC até 408 aC, para a reconstrução dos muros de Jerusalém (Esdras 6:14; 7:6-26; Dan 9:25. Mais outros 434 anos se passaram até a unção de Jesus Cristo (Dan 9:25 e 26), até o ano 34. Para o final deste último período, Daniel profetizou um pequeno período de uma semana profética, 7 anos literais, do ano 27 a 34 dC. No ano 27 Jesus foi ungido (S. Mateus 3:13, 17 e Atos 10:38. Na metade da semana, foi crucificado, em 31, (Dan 9:26,27) e no ano 34 Estevão foi apedrejado (Atos 7:59-60; 6:8-15 e 8:1).

O terceiro sub-período, que se cumpriu fielmente, durou 1260 anos de perseguição aos que seguiam a Bíblia integralmente (Apoc. 11:2 e 3; 12:6 e 14; 13:5, e Dan. 7:25 e 12:7; Dan 9:22 - 27), que durou de 538, com o estabelecimento firme do papado, até 1798, com a deposição do Papa Pio VI pelo general francês Bertier, em 10/02/1798. Nesta data iniciou-se o tempo de fim (Dan. 12:9 e 4). Nesta data também terminou a grande perseguição (fogueiras, inquisição, arena de leões, gladiadores, leis dominicais, união da igreja com o estado, etc.) O que aconteceu durante os 1260 anos denomina-se o período da idade escura da humanidade, onde os maiores horrores aconteceram e que degradou espiritualmente o mundo, levando a desconfiança sobre a verdadeira intenção dos religiosos. Foram denominados “ópio do povo”, por líderes que não conheciam o verdadeiro evangelho.

Em síntese, as profecias de Daniel envolvem 16 cenários futuros:

1) Babilônia perderia a hegemonia

2) Seria substituída pela Medo-Pérsia

3) Este reino seria inferior am glória e riqueza à Babilônia, e assim sucessivamente, cada reino inferior ao seu precedente

4) A Medo-Pérsia seria substituída pela Grécia

5) A Grécia seria substituída por Roma

6) Roma seria dividida em 10 reinos

7) Roma seria forte e fraca ao mesmo tempo

8) Haveria tentativas de implantar um reino mundial

9) Haveria alianças com semente humana

10) Estas tentativas de união não atingiriam seu objetivo

11) A figura apoteótica de Cristo sobre as nações

12) Sua segunda vinda – pedra cortada sem mãos

13) A pedra abarcaria o mundo todo

14) Não haveria mais impérios locais

15) Desmoronamento total da babilônia e de suas riquezas

16) Implantação do Reino de CRISTO

Pelo cálculo da probabilidade, as profecias de Daniel tem apenas uma possibilidade em 437.893.890.380.859.375 tentativas para dar certo integralmente, nessa ordem. Só DEUS conhece o fim desde o princípio.

- A grande profecia de Daniel 2:31-45, sobre a estátua que representa os reinos desde o império babilônico até os últimos dias. Todos os versículos referem-se a Daniel cap. 2.

Cabeça de ouro (32, 37 e 38): Reino babilônico - de 606 a 538 aC;

Peito de prata (32 e 39): Medo-Pércia - de 538 a 331 aC;

Ventre e coxas de bronze (32 e 39): Grécia - de 331 a 168 aC;

Pernas de ferro (33 e 40): Roma - de 168 aC a 476 dC;

Pés em barro e ferro: Divisão o reino de Roma em dez reinos, que jamais formariam um império mundial;

Não haverá mais império mundial: (43) - houveram casa­mentos entre nobres na Europa, porém não mais uniram-se os reinos divididos;

A pedra que destruiu a estátua: (44 e 45) - é a profecia da segunda vinda de Jesus a este mundo.

- A grande profecia de Daniel 7 - os 4 animais. Todos os ca­pítulos e versículos referem-se ao livro de Daniel.

Leão com asas de águia (7:4): Reino da Babilônia, de 606 a 538 aC;

Urso, que trazia entre os dentes três costelas (7:5): Império Medo-Persa, de 538 a 331. As três costelas simbolizam os principais poderes deste reino, ou seja, a Lídia, Babilônia e Egito.

Leopardo, com quatro asas e quatro cabeças (7:6): Impé­rio grego de Alexandre o Grande, de 331 a 163. As quatro asas sig­nificam um reino muito veloz, como realmente foi, conquistou o mundo em menos de uma década, um feito sem precedentes. As quatro cabeças representam os quatro reinos em que se dividiu este império em 301 aC, que foram dominados por Ptolomeu, Cassandro, Seleuco e Lisímaco.

Animal terrível e espantoso (Daniel não comparou com animais conhecidos), forte, com dentes de ferro e dez chifres e mais um chifre pequeno (7:7 e 8): Trata-se do império romano, de 168 aC a 476 dC. Os dentes de ferro representam a força destrui­dora deste reino; os dez chifres representam dez reinos bárbaros que sucederam Roma, ou seja os Ostrogodos, Visigodos, Francos, Vândalos, Suevos, Alamanos, Anglo-saxões, Hérulos, Lombardos e Burgúndios. O chifre pequeno representa Roma Papal, pequena no início mas que cresceu e superou os demais em poder.

Profecias relacionadas ao capítulo 7 de Daniel:

- O animal foi morto (v. 11) refere-se a destruição de poder romano por ocasião da segunda vinda de Cristo, ainda a ocorrer;

- Foi tirado o domínio dos outros animais anteriores (v. 12) refere-se aos reinos anteriores que perderam o poder, porém seus habitantes não foram exterminados, como será no caso do quarto animal, quando da segunda vinda de Cristo;

- Segunda vinda de cristo (v.13 e 14), refere-se a retorno de Cristo, ainda a ocorrer;

- O capítulo 7 de Daniel contém outras profecias que são de­talhes da grande profecia acima mencionada. Estas profecias foram omitidas aqui para não tornar a relação profética muito extensa.

A grande profecia de Daniel capítulo 8, especificamente sobre os tempos finais. Em síntese, os elementos da profecia são:

- Um carneiro com dois chifres (reis da Média e da Pérsia);

- Surgiu um bode com um chifre notável entre os olhos (A Gré­cia, e o chifre, o seu primeiro rei) e destruiu o reino Medo-Persa;

- O chifre notável foi quebrado e em seu lugar vieram quatro chifres, significando os quatro reis que sucederam a Alexandre o Grande, com força inferior;

- De um dos quatro chifres saiu um chifre pequeno, que se tornou muito forte, para o oriente e para a terra gloriosa, cres­ceu até os céus (...) engrandeceu-se etc. Refere-se a Roma como império e a Roma papal, esta tornando-se um poder mundial, muito forte no período da Idade Média, perseguindo os cristãos que que­riam obedecer fielmente os princípios bíblicos. Roma papal havia gradativamente alterado estes princípios, dando cumprimento à pro­fecia. Há muitos detalhes a mais nesta profecia que merecem melhor atenção, em estudo particular.


Fonte: Cristo voltará

Organização: Prof. Sikberto R. Marks

domingo, 11 de setembro de 2011

Profecias Bíblicas I - Jesus

PROFECIAS ACERCA DE JESUS QUE JÁ SE CUMPRIRAM:

As profecias estão ordenadas cronologicamente e acompanhadas pelo seu cumprimento.

- Seria “semente de uma mulher”
Profecia: Gênesis 3:15
Cumprimento: Gálatas 4:4; Lucas 2:7; Apoc. 12:5; Mat. 1:18

- Seria descendente de Abraão
Profecia: Gênesis 18:18 (12:3)
Cumprimento: Atos 3:25; Mateus 1:1; Lucas 3:34; Gál. 3:16

- Seria descendente de Isaque (filho de Abraão)
Profecia: Gênesis 17:19
Cumprimento: Mateus 1:2; Lucas 3:34

- Seria descendente de Jacó (filho de Isaque)
Profecia: Números 24:17 e Gênesis 28:14
Cumprimento: Lucas 3:34; Mateus 1:2

- Descenderia da Tribo de Judá
Profecia: Gênesis 49:10
Cumprimento: Lucas 3:33; Mateus 1:2-3

- Descendente de Davi
Profecia: Jer. 23:5 e 6
Cumprimento: Mateus 22:41-46

- Seria herdeiro do trono de Davi
Profecia: Isaias 9:7 e 11:1-5; II Samuel 7:13
Cumprimento: Mateus 1:1 e 6

- Seu lugar de nascimento
Profecia: Miqueias 5:2
Cumprimento Mateus 2:1; Lucas 2:4-7

- A época de nascimento
Profecia: Daniel 9:25
Lucas: 2:1-2 e 2: 3-7

- Nascido de uma virgem
Profecia: Isaias 7:14
Cumprimento: Mateus 1:18; Lucas 1:26-35

- A matança dos meninos
Profecia: Jeremias 31:15
Cumprimento: Mateus 2:16-18

- A fuga para o Egito
Profecia: Oséias 11:1
Cumprimento: Mateus 2:14 e 15

- João Batista preparando o caminho
Profecia: Malaq. 3:1; Isa. 40:3; II Reis 1:8
Cumprimento: Mat. 3:3; Marc. 1:4 e 6

- Seu ministério na Galiléia
Profecia: Isaias 9:1 e 2
Cumprimento: Mateus 4:12-16

- Iria curar doenças, carregando Ele mesmo nossos sofrimentos
Profecia: Isaias 53:4
Cumprimento: Mat. 8:17

- Seu ministério na região de Zebulom e Naftali
Profecia: 9:1
Cumprimento: 4:15-16

- Como profeta
Profecia: Deuteronômios 18:15
Cumprimento: João 6:14; 1:45; Atos 3:19-26

- Como servo de DEUS
Profecia: Isaias 42:1-4
Cumprimento: Mateus 12:18-21

- Falaria por parábolas
Profecia: Salmos 78:2
Cumprimento: 13:35

- Seria sacerdote como Melquisedeque
Profecia: Salmos 110:4
Cumprimento: Habacuque 6:20; 5:5 e 6; 7:15-17

- O desprezo por parte do judeus
Profecia: Isaias 53:3
Cumprimento: João 1:11; 5:43; Lucas 4:29; 17:25; 23:18

- Algumas de suas características
Profecia: Isaias 11:2; Salmos 45:7; Isaias 11:3 e 4
Cumprimento: Lucas 2:52; 4:18

- Sua entrada triunfal em Jerusalém
Profecia: Zacarias 9:9; Isaias 62:11
Cumprimento: João 12:12-14; Mateus 21:1-11

- Seria traído por um amigo
Profecia: Salmos 41:9
Cumprimento: Marcos 14:10 e 43-45; Mateus 26:14-16

- Seria vendido por trinta moedas de prata
Profecia: Zacarias 11:12 e 13
Cumprimento: Mateus 26:15; 27:3-10

- O dinheiro seria devolvido para comprar um campo de um oleiro
Profecia: Zacarias 11:13
Cumprimento: Mateus 27:6 e 7; 27:3-5; 8-10


- O lugar de Judas deveria ser ocupado por outro
Profecia: Salmos 109:7 e 8
Cumprimento: Atos 1:16-20

- Testemunhas falsas o acusariam
Profecia: Salmos 27:12; 35:11
Cumprimento: Mateus 26:60 e 61

- Permaneceria em silêncio quando acusado
Profecia: Isaias 53:7; Salmos 38:13-14
Cumprimento: Mateus 26:62 e 63; 27:12-14

- Seria golpeado e cuspido
Profecia: Isaias 50:6
Cumprimento: Marcos 14:65; 15:17; João 19:1-3; 18:22

- Seria odiado sem motivo
Profecia: Salmos 69:4; 109:3-5
Cumprimento: João 15:23-25

- Sofreria em substituição a nós
Profecia: Isaias 53:4-6 e 12;
Cumprimento: Mateus 8:16 e 17; Rom. 4:25; I Col. 15:3

- Seria crucificado com pecadores
Profecia: Isaias 53:12
Cumprimento: Mateus 27:38; 15:27 e 28; Lucas 23:33

- Suas mãos e pés seriam traspassados
Profecia: Salmos 22:16; Zacarias 12:10
Cumprimento: João 20:27; 19:37; 20:25 e 26

- Seria escarnecido e insultado
Profecia: Salmos 22:6-8
Cumprimento: Mateus 27:30-44; Marcos 15:29-32

- Dariam a Ele fel e vinagre
Profecia: Salmos 69:21
Cumprimento: João 19:29; Mateus 27:34 e 48

- Ouviria palavras proféticas com zombaria
Profecia: Salmos 22:8
Cumprimento: Mateus 27:43

- Oraria por seus inimigos
Profecia: Salmos 109:4; Isaias 53:12
Cumprimento: Lucas 23:34

- Seu lado seria traspassado
Profecia: Zacarias 12:10
Cumprimento: João 19:34

- Os soldados lançariam sortes sobre suas roupas
Profecia: Salmos 22:18
Cumprimento: Marcos 15:24; João 19:24

- Seus ossos não seriam quebrados
Profecia: Salmos 34:20; Êxodo 12:46
Cumprimento: João 19:33

- Seria sepultado com os ricos
Profecia: Isaias 53:9
Cumprimento: Mateus 27:57-60

- Sua ressurreição
Profecia: Salmos 16:10, 110; Isa. 53:8, 10; Zac. 6:12 e 13; Mateus 16:21; Atos 2: 24; 8:32 e 33
Cumprimento: Mateus 28:9; Lucas 24:36-48

- Sua ascensão
Profecia: Salmos 68:18
Cumprimento: Lucas 24:50 e 51; Atos 1:9


Fonte: Cristo voltará
Organização: Prof. Sikberto R. Marks

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Uma Viagem ao Sobrenatural

Entrevista com Roger Morneau, autor do livro "Viagem ao sobrenatural", onde ele narra sua própria história de como o socorro divino o livrou do terrível mundo do satanismo.